13 fevereiro 2008

PODIA LÁ IR TODOS OS DIAS..



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Eis um lema que resume a maioria das viagens e que se aplica na perfeição a esta região do país.
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No dia 13 (terça-feira), lá fomos novamente ao Gerês, desta vez sem profissionais, com o propósito de fazer o percurso completo, do passeio do próximo dia 23, para assim, ter uma noção do tempo que vai demorar, bem como outras situações inerentes a realização do mesmo.



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-----Assim, pelas 09h30, dê-mos início ao passeio em S. João do Campo, em direcção a Mata da Albergaria, onde seguimos por um estradão em terra batida, com a albufeira da barragem de Vilarinho das Furnas sempre o lado esquerdo e toda a paisagem da mata de ambos os lados.
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O Marito, como sempre era o fotografo de serviço, pelo menos até a Mata da Albergaria, onde o zoom da Sony xpto, decidiu fazer greve e fotos só de telemóvel.
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Desta vez, não foi necessário seguir pela estrada que liga a Portela a Caldas do Gerês, para seguir para a fronteira, uma vez que o caudal do rio Homem seguia baixo, sendo assim possível atravessa-lo e continuar pelo caminho romano da Geira, até a Portela.
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-----Este troço efectuado em trilho tipo single-track, rodeado de vegetação, exigiu em algumas partes desmontar e empurrar, pois além de muitos calhaus era a subir.
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-----Em Espanha, depois de descer cerca de 300mt por estrada, entramos no estradão à direita, começamos a subir ligeiramente, dos 700mt até 1047mt, que fizemos muito lentamente, ao ritmo que alguns vão fazer no dia do passeio.
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Com 21km, quase no topo, fizemos uma pequena paragem para reforço alimentar, junto de um curso de água.
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De seguida, não consegui resistir e tive furar os planos e decidiu seguir pelo trilho Rota das Minas de las Sombras, com cerca de 9km, com 2 ou 3 de dificuldade alta, pelo que não vamos fazer no dia do percurso.











-----Deste modo, o Marito e Jorge continuaram a subir pelo estradão, enquanto eu segui sozinho pelo carreiro minado de calhaus, que me obrigou a baixar o assento, porque a cada metro o desequilíbrio era iminente e a queda esteve prestes acontecer.
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Adorei este caminho apesar da dureza e do mal que fez a minha coluna (com trajectos destes não há fisioterapia que resista).
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-----A diabolic é que não se queixou das dificuldades e superou-as todas com mestria.
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Encontrei-me com os meus amigos em Torneiros, pelas 13h20, onde fizemos mais uma pequena paragem.
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O regresso até Portugal foi efectuado pelo que resta da Geira Romana, com partes intransitáveis, só mesmo empurrando a bike.

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-----Pelas 15h15, chegamos junto da viatura e terminamos o passeio porque desta vez não tinhamos a disponibilidade de tempo dos outros dias.

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5 comentários:

Anónimo disse...

fooonix!Nessas fotos não vejo trilhos, apenas caminhos de cabras!

Anónimo disse...

acontece sempre qualquer coisa as vossas maquinas fotograficas!....
é melhor mudarem de fotografos ou de maquinas.

Anónimo disse...

mais um dia 5 estrelas, não fosse a máquina avariar...
O que vale é que eu disse à minha mulher que foi o gigantones que deixou cair a máquina.
Dia 23 à mais.
Um abraço
Mário

carlos disse...

entao amigos para quando a cronica do passeio ao Gêres?
abraços

ECOBIKE disse...

Meus amigos é preciso paciência porque esta semana não vou ter tempo para escrever a crónica do Gerês e ainda nem tenho as fotos do passeio.
Abraços