04 Novembro 2009

MEETING SANTA BEBIANA

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---No próximo dia 14 (Sábado), é tempo de mais um evento de bicicleta ECOBIKE, na cidade de Gaia e como não podia deixar de ser com a componente principal o CONVÍVIO.

---Por escassez de tempo este passeio vai ser dois em um, ou seja o passeio da Rota das Tascas e o de Magusto.
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---Denominado de "MEETING DE SANTA BEBIANA" (padroeira dos alcoólicos), é um percurso misto de estrada e serra, com paragem em cinco "TASCAS", sendo que na última entre outros petiscos terá lugar o tradicional magusto, regado com água pé.-
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- PROGRAMA:
  • Concentração: Meio quartilho (10H00) - Jardim do Morro na Serra do Pilar;

  • Inicio: 15ml depois;

  • Percurso: +ou- 35 lt.;

  • Dificuldade física: 0,75cl

  • Dificuldade técnica: 0,33cl

  • Tabernas: 5

  • Fim: 16h00 (sujeito atrasos)
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- NECESSÁRIO:


  • O espírito do passeio é o convívio...competição ou sofrimento = zero;
  • Quem vier é para se divertir, comer e beber;
  • Cada come e bebe o que lhe apetecer...no final paga...;
  • Apareça só com este espírito;
  • Inscrição gratis;
  • Confirma a tua presença por telefone (HENRIQUE ou JORGE) ou por email.
Para quem não participou nestes passeios, aqui ficam as crónicas dos mesmos ou para quem não quiser ler os respectivos videos
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videos *****


desliga o som do rádio cotonet para ouvires os videos

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30 Outubro 2009

NA ROTA DA CASTANHA


*** Novamente na Serra da Freita e em trilhos pedestres.***
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---Iniciamos o passeio bem cedo, porque o Marito tinha de regressar ao Porto, no princípio da tarde.
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---Para não variar o começo foi frente ao Parque de Campismo do Merujal e fomos pelo trilho PR7 "Nas Escarpas da Mizarela" (8km-cerca de 3h30-dificuldade: media/alta), até ao Miradouro da Frecha de Mizarela.




---O trilho a seguir descia até ao fundo da queda de água onde já tínhamos andado noutro passeio (e não foi nada fácil descer e subir... e sem bicicletas), pelo que abandonamos o caminho e seguimos por estrada até perto do parque de merendas, na aldeia da Albergaria da Serra.
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---Depois de atravessar a ponte sobre o rio Caima, entramos no trilho PR15 "Viagem à Pré-História" (17km circular), o caminho dirige-se para o cemitério após o qual, na bifurcação imediata, toma o caminho da esquerda, isto é acompanha o rio no seu pequeno vale encaixado com pequenas courelas em socalcos e azenhas, algumas das quais ainda em funcionamento.

---Aqui os cerca de 500 mt. fizeram-se a carregar a bicla, dado que o trilho seguia pela encosta rochosa e a subir...

---Atravessa-se de novo o Caima agora para a sua margem direita e após contornar um muro de pedra solta, atravessa-se a estrada empedrada num local denominado "Junqueiro", continuando-se para Leste, sempre acompanhar o Caima, que, nesta zona é ainda um pequeno riacho.

---Chegados a um cruzamento no lugar do "Vidoeiro", o caminho segue pela direita, por um troço de calçada muito antiga, que nos leva à Portela da Anta, mas como já tínhamos ali passado da última vez, seguimos até ao topo do monte, apenas mais uns metros a subir até as antenas eólicas.

---Ali chegados percorremos a estrada de asfalto, que naquele momento devido ao intenso nevoeiro era a única coisa que se via.

---Mais um passeio em que a falta de visibilidade não nos permitia ver a beleza da natureza que nos rodeava nem os caminhos para pudermos improvisar caminhos.

---Deste modo, seguimos os plásticos deixados na natureza, que não compreendo como se faz esta poluição para sinalizar o caminho e posteriormente, após o evento não se retira...
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---Ainda para mais está sinalização devia pertencer algum evento de motocross, devido aos locais por onde passava, pelo que, com mais facilidade limpavam o percurso.
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---Descemos até o "Viveiro da Granja", onde acabamos por entrar no trilho PR4 "Cercanias da Freita" (pequena rota de 13,3km, dificuldade media e em circuito).

---O caminho é feito por entre mata de pinheiro, com castanheiros junto do estradão, coberto de folhas e castanhas.

---Olha a castanha para o magusto! ...Toca a encher os sacos....
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---De Forcada até santa Maria do Monte, freguesia de Santa Eulália (dista 2km do mosteiro de Arouca), onde se inicia este trilho pedestre, o percurso faz-se por caminhos antigos de rara beleza, campos em socalco, ribeiras...que não deu para evitar molhar os pés.
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---Aproximação à Capela faz-se pelas ruas antigas e estreitas.
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---Daqui ruma para sul, em direcção à Serra da Freita, através de um caminho que percorre o vale profundo do curso superior do rio Urtigosa, novamente rodeados de castanheiros.
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---Pelo caminho mais uma queda da treta do vitokorov, mas que lhe causou mazelas físicas e empeno do ferro do suporte do gps...

---Na subida, este troço tornou-se impraticável circular em cima das maquinas, uma vez que não possuem motor, para conseguir vencer aquela inclinação e as pedras espalhadas naquele carreiro, que até a descer não deve ser fácil.

---Quase a chegar ao Viveiro da Granja, abandonamos o trilho pedestre e continuamos pela encosta da Serra em direcção ao Merujal, pelo caminho da semana passada, desta vez, sem chuva.
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---Ali chegados, decidimos terminar o mini passeio, isto porque viemos acompanhados pelo manco do Marito de Miragaia...
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---Sem banho tomado, fomos até o centro de Arouca, deliciarmo-nos com a gastronomia local.
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---Pelo caminho dê-mos boleia a um rapaz até ao centro que nos indicou o restaurante o Parlamento, que deve ter apanhado o susto da vida dele com as brincadeiras abichanadas do Gigantones.

  • Inicio: 08h40
  • Terminus: 13h15
  • km`s: 30km










25 Outubro 2009

TRILHOS DE LOUSADA

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---…mais uma prova, mais uma presença do melhor “manco” da ECOBIKE, desta feita na companhia do RAFAEL ANDRÉ.


---O dia não era o melhor para levantar cedo da caminha, face à chuva intensa que se fazia sentir. Contudo como a vontade é muita, lá partimos para mais esta aventura.


---Com um pequeno atraso, já que o pessoal devia se ter esquecido que a hora tinha mudado, lá partimos cerca de 300 superatletas de impermeável, guarda-chuva e galochas de pitões de alumínio, tal era a quantidade de lama no percurso, que fazia com as bikes andassem para trás, dificultando ainda mais este passeio já por si complicado.
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Tirando o piso e o tempo diga-se de sua justiça, que não faltou nada, senão vejamos:
  • chocolate quente aquando do levantamento do dorsal que se desenrolou sem demoras;

  • trilhos a passar por muitas pontes em madeira por cima de riachos extraordinárias;

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  • aquecimento em bikes de indoor com uma professora fim do mundo;

  • excelentes marcações e com excelente "vigilancia" em tudo o que eram cruzamentos, com dezenas de colaboradores a cortar estradas mais perigosas;

  • um bom reforço, com várias tipos de sandes, sumo, bolos, água, etc;

  • banhos 5*( do melhor até hoje);

  • vários pontos de água espalhados em que os colaboradores até a rolha abriam;

  • almoço 5*, várias carnes grelhadas, sobremesas, bebidas, arroz, feijão preto, e claro está sentadinho e confortável. (simplesmente do melhor até hoje);

  • simpatia geral de todo o staff da organização e até dos populares que iam puxando pela malta;
---Em resumo, e pese embora não ser uma prova, mas sim um passeio, foi dos melhores em que já participei e concerteza um passeio a repetir em detrimento de outras provas tão publicitadas mas que em nada dignificam o BTT.

---Claro está que segundo a contabilização por parte do João (mata cães) que esteve a contabilizar, eu e o André (que está a rolar à força toda) terminamos juntos, ficamos entre os 30 primeiros, mais uma estrondosa representação da ECOBIKE.

24 Outubro 2009

MOVIMENTO 350

---Este sábado participamos na iniciativa do Movimento 350, que se assinalou por todo Mundo e em Portugal, teve lugar em Lisboa, junto do Padrão dos Descobridores e em Gaia, o Condomínio da Terra organizou a iniciativa na Ponte D. Luís, com concentração marcada no Jardim do Morro - Gaia.

---Infelizmente, o evento em Gaia e o passeio de bike da Casa da Música até a referida ponte, não tiveram uma forte adesão, para uma causa importante na melhoria da qualidade de vida futura das pessoas.

---No entanto, o importante é fomentar estas iniciativas para alterar consciências e comportamentos dos cidadãos e pressionar os lideres mundiais, nomeadamente na próximo reunião, do dia 7 de Dezembro, em Copenhaga - Dinamarca, de modo a estabelecerem um acordo climático, que delibere uma redução da concentração de carbono na atmosfera (350 ppm).







23 Outubro 2009

SERRA DA FREITA

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De volta à Serra... e o 1º banho do ano...

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Pelos trilhos da serra, que nos revelam recantos escondidos onde a natureza se mostra em todo o seu esplendor.


  • inicio 10h55 - parque do Merujal

  • fim 18h00

  • distância - 56 km

  • tempo - 05h05

  • parados - 02h00

  • media - 11km/h

---Hoje, fomos até Serra da Freita, com o objectivo de pedalar pelo trilho pedestre do Sol Nascente (PR3), com inicio na Igreja Matriz de Moldes, uma rota pequena, circular, com cerca de 13km e com paragem à hora do almoço no restaurante em Espinheiro.
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Porém, fomos parar frente ao parque de campismo do Merujal, onde verificamos nas placas de sinalização que estávamos um pouco afastados, pelo que decidimos percorrer outro trilho pedestre e mais tarde tentaríamos chegar ao restaurante.

---Assim sendo, seguimos pelo trilho pedestre GR28, uma grande rota, que rasga montes e serras de Arouca, da Freita e da Arada, os vales do Paivó e do Paiva, atravessa aldeias e acompanha o curso serpenteante de rios e ribeiros do Concelho.

---Localidades: Albergaria da Serra, Tebilhão, Cabreiros, Candal, Covelo de Paivó.

---Mal saímos do parque do campismo seguimos em direcção aldeia de Albergaria da Serra, com passagem pelo Rio Caima.


---Continuamos a subir em direcção ao parque eólico, tendo ficado a cerca de 500mt do mesmo, tendo continuado o trilho pela direita e a descer até chegar quase aldeia de Tebilhão.

---Daqui até aldeia de Cabreiros o percurso decorre por caminhos rurais, que permite uma condução emocionante...

---Após a localidade de Candal voltamos à paisagem da serra, até chegar aldeia de Covelo de Paivó, onde chegamos com 20km.

---Aqui como não sabíamos o que tínhamos pela frente, nem o que tínhamos de andar para a aldeia de Moldes, decidimos continuar pela estrada, após falarmos com o comandante dos bombeiros de Arouca, que andava pelos montes de jipe.


---Quando chegamos à Ponte de Telhe, verificamos que já tinhamos ali passado de bike, tendo parado para comprar pilhas para o gps.

---Aproveitamos para umas sandes no café da vila, onde o Gigantones confirmou a grandeza do SLB...

---Desta vez não seguimos pelo caminho mais curto, subindo o monte em direcção a Pedrogão, com da última vez e fomos pela estrada, dado que a subida apesar de ser mais longa, não tinha nada de penoso como a outra opção.

---Seguimos até Moldes, onde não encontramos o trilho PR3, o que só veio acontecer na localidade seguinte em Bustelo.

---Percorremos cerca de 3km, pelo meio de castanheiros e a maior parte a empurrar a bicla.

---Chegados a um "entroncamento", não encontramos a sinalização e acabamos por errar na opção, que revela a falta aos treinos, pois escolhemos o caminho a descer...

---Mas graças ao meu sentido de orientação lá voltamos a encontrar o caminho para a localidade de Espinheiro, apesar do carteiro, ter afirmado que tínhamos de voltar para trás.


---O extraordinário da situação foi que seguíamos sem água, tínhamos uma longa subida pela frente e a indicação do carteiro que a estrada não tinha saída.

---Ao chegar a localidade de Fuste, verificamos que já ali tínhamos passado de bike e nas mesmas circunstâncias, tendo solicitado água numa das três casas ali existentes.

---Desta vez, lá tivemos novamente de pedir água, porque cafés e fontes nem vê-los...no entanto, estávamos no caminho certo, apesar de ter um longo caminho para percorrer até chegar ao carro.

---Daqui para frente continuamos a subir por terra, no trilho do PR3, mas já conhecíamos o caminho. A diferença foi que não subimos sempre até as antenas eólicas e seguimos o trilho até o restaurante do Espinheiro, onde estivemos a falar com o proprietário e a saciar a sede, apesar de estarmos bem molhados da chuva.

---Como se fazia tarde seguimos em direcção ao topo da serra pela estrada, tendo os últimos quilómetros sido percorridos em estradão, por onde já tínhamos passado, mas no sentido inverso.

---Acabamos o passeio as 18h00, debaixo de chuva miudinha e com a sensação que uma avaria fazia-nos andar sem luz na serra.

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19 Outubro 2009

SANTIAGO DE COMPOSTELA 2009


OS CROMOS NO CAMINHO DE SANTIAGO
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18 Outubro 2009

MONTALEGRE

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Na Praça de França - Montalegre, a critica ao Governo chegou em forma de bicicleta...


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15 Outubro 2009

QUEDA MONUMENTAL

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---Meus amigos venho aqui fazer uma correcção à versão apresentada pelo Vitokorov relativamente à sua ausência na maratona de btt da Póvoa de Varzim, deste ano....

vitimas: pedro trilhos, vitokorov e marito miragaia
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---A foto finish da maratona do ano passado não deixa dúvidas acerca desse motivo...VERGONHA DE SER RECONHECIDO.
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---O final da maratona ia ser efectuado por todos de braços dados até alguém se desequilibrou e apenas os das pontas se livraram de uma queda monumental.
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---Depois da crónica anterior da maratona deste ano, deixo-vos aqui o vídeo da nossa presença neste evento do ano transacto.
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Ass. GIGANTONES

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10 Outubro 2009

MOVIMENTO 350

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---O movimento 350 pretende sensibilizar cidadãos e pressionar governantes a tomar decisões no sentido de baixar os niveis de CO2 existente na atmosfera de 390 para 350 partes por milhão.
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---Os cientistas estão convencidos que esse valor permite à reversibilidade da maior partes das alterações climaticas já em curso e se nada se fizer dentro de pouco tempo os valores agora existentes tornarão a situação irreversivel.
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---Porquê o dia 24 de Outubro?
Porque foi nesse dia, no ano de 1945, que foi fundada as Nações Unidas. Assim, se transformou esse o dia das acções climaticas.
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---Assim, participa no Porto ou em Lisboa, nesta iniciativa em que o Mundo se vai manifestar por um combate mais eficaz contra as alterações climaticas.
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---PORTO
- Passeio de bicicleta entre a Casa da Música e a Ponte D. Luís I.
- Concentração: Casa da Música as 14h00.
- Chegada: prevista para as 15h00.
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---Vão decorrer várias actividades de rua e demonstração de veículos alternativos.
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---Para mais informações consulta a pagina Condominio Terra.
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  • No final, se não chover vamos continuar o passeio pelas ciclovias de Gaia, Porto e Matosinhos.

APARECE

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3ª MARATONA DA PÓVOA 2009

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10 Outubro 2009
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---Mais uma corrida mais uma viagem…e desta feita até à cidade da Póvoa do Varzim, na companhia do pessoal da Sodhisa e do Henrique Santiago, que é um misto da Ecobike, Sodhisa e 17Eco.
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De notar mais uma vez, a ausência dos fraquinhos da Ecobike, que andam desaparecidos destas andanças, principalmente depois de terem aberto mais uma secção – a da pesca submarina (caça aos congros e tubaralhos).
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Depois de muitas expectativas, o que se verificou é que esta maratona e tendo em conta o que foi apurado no local e mesmo no fórum, tem caído de ano para ano, tornando-se numa prova organizada por profissionais em busca de dinheiro do pessoal que gosta de BTT, tendo decaído o nº de participantes que ali se deslocam, em nº significativo.
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Pessoalmente e em termos desportivos inscrevi-me na maratona de 48 km, que completei em 2,20 m e fiquei em 117, no meio de 941 que terminaram a prova, nada mau…para um manco que não teve tempo de tomar as respectivas “bombas”…
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Em resumo foi uma prova que se desenrolou quase na totalidade no meio dos campos, cheios de muita lama e muita bosta (parecia Santiago) com cheiro intragável, sem locais de interesse e nada bonito, tendo apenas um abastecimento normal para estas andanças.
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Negativo foi tomar banho com água gelada e o almoço servido no campo de toiros da Póvoa, debaixo de sol intenso e sem sombras, com apenas uma fila e sem nada fresco para se beber.
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Para as expectativas criadas em anos anteriores, fica mais uma maratona cara, com alguns pormenores engraçados, mas muito a melhorar, dando numa escala de 1 a 10…. Um pequeno 6.
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05 Outubro 2009

CAMINHO DE SANTIAGO

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1.º Etapa
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CHAVES – OURENSE – 106 km

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Localidades:
- Chaves, Verin, Oimbra, Monterrei, Laza, Soutelo Verde, Tamicelas, Albergueria, Vilar de Barrio, Bóveda, Vilar de Gomareites, Bobadela, Pardoso, Cima de Vila, Quintela, Xunqueira de Ambia, Taboadela, Outorelo, Piusa, Salgueiros, Gaspar, Veirada, Ousende - Penelas, A Neta, A Castellana, Reboredo, Seixalbo, Ourense.
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Um dia espectacular de sol, com um percurso sem grandes dificuldades, que permitiu muita conversa e andamentos baixos.
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---A concentração para não variar foi em Canidelo - Gaia, pelas 05h30, unicamente para colocar as bikes e sacos na carrinha de apoio e seguir viagem até Chaves.
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---Pelo caminho o Gigantones ainda teve tempo para um dos seus famosos lapsos de orientação e em vez de seguir para Chaves já queria ir para Vila Real, nada que um pouco de condução avançada e marcha-atrás não resolvesse o problema, o Marito e o Ti Mendes é que andaram aos papeis, quase a bater por trás.

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Antes de começarmos o passeio pelas 8h25, ainda houve tempo para o pequeno-almoço e a foto à partida frente à PSP de Chaves.


---Atravessamos a cidade com passagem ao lado da Torre de Menagem do Castelo, Igreja de Santa Maria Maior, Igreja da Misericórdia, Câmara Municipal e Ponte Romana (conhecida também por Ponte de Trajano), seguindo pela ciclovia, junto a margem do Rio Tâmega, onde se sentia um frio de rachar.


---Um quilometro à frente passamos o rio para outra margem, continuando por um estradão, sem dificuldades e que serpenteava o rio.
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Uns quilómetros mais a frente chegamos à fronteira, logo seguido da primeira localidade espanhola de Feces de Abaixo, onde passamos pela capela para tocar no sino avisar da nossa passagem.
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Neste local o primeiro marco de sinalização indicava a distância para Santiago de 199,35km.
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---Infelizmente, tenho de salientar que as chapas com indicação dos quilómetros desapareceram da maioria dos marcos...peregrinos ou delinquentes locais?
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O Trajecto continuou de forma tranquila até Verin, interrompido pela construção de uma auto-estrada, que nos obrigou a pedalar pela futura auto-pista espanhola, que já conhecíamos os desvios para encontrar novamente o caminho de Santiago, visto que tínhamos feito este trajecto na quinta-feira passada.
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Antes de Verin passamos pelo conhecido Molin Rouge, que deve ter uma filial perdida numa estrada nacional no meio do nada. À nossa passagem o barulho que fizemos perturbou o descanso das artistas da noite.
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Antes de entrar em Verin, vê-se ao longe o castelo medieval no alto de um monte a dominar a paisagem.



---A paragem foi em frente ao albergue do peregrino de Verin, para reparar o 1.º furo do passeio, da bike do Marito e que foi aproveitado para reforço alimentar.
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---Desta vez passamos ao lado do castelo medieval e da sua calçada em pedra, para não gastar energias a fazer quilómetros desnecessários, uma vez que o caminho não seguia por ali, nem por nenhum lado, porque indicações nem vê-las.

---Só mesmo com ajuda do funcionário do albergue e pedalado com muita atenção no caminho, para não nos perdermos.
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---Optamos por seguir em direcção a Laza em vez de Xinzo de Limia.
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---Desta forma pela nacional OU1021 e ao fim de meia dúzia de kms voltamos a uma paragem num café para um bocadilho, já que para não variar não havia mais nada para comer.

---Mas, mais estranho foi que quem quis comer teve de fazer as sandes.

---Depois de Retorta, onde 4 portistas pousaram formalmente para a foto, abandonamos definitivamente o asfalto em direcção a Matamá.

---Ai chegados foi tempo de abastecimento de líquidos num fontanário curioso, no centro da praça da aldeia e mais uma ponte antiga sobre o rio Tâmega.
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---Voltamos ao estradão no meio do mato e a subir ligeiramente.

---Antes de entramos em Laza, percorremos mais umas centenas de metros na referida nacional.
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---Em Laza, fizemos uma visita ao albergue do peregrino e carimbamos as credenciais na protecção civil, que nos aconselharam a seguir por estrada até a localidade de Alberguería, uma vez que este trajecto se encontrava impraticável para bikes.
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No entanto, antes de seguirmos viagem foi tempo de almoço (13h00). Como só podia ser bocadilhos (pão de grandes dimensões), que demoraram a ser confeccionados, pelo que aproveitamos para descansar na esplanada.



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---A partir de Tamicelas começaram as dificuldades da subida do Monte Talarinõ para Alberguería, dado que não seguimos as recomendações dadas.
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---Um subida com muita rocha solta e uma parte quase só de rocha de muito difícil transposição que obrigou todos a desmontarem por alguns metros.


---Esta subida em termos de dureza faz lembrar a Serra de Lagruja, em Ponte de Lima, no Caminho Português de Santiago (por onde já andamos duas vezes), mas com o "nosso" monte a bater aos pontos o espanhol em termos de beleza, devido à sua vegetação e vistas panorâmicas.


---No topo do monte devido a abertura de corta-fogos o trilho obrigou a mais esforço para percorrer esses metros, devido à terra solta e o consequente enterramento das rodas.

---Chegados ao asfalto encontramos uma indicação de bar a 500mt, pelo que fizemos um sprint até esse ponto ficando as bebidas a encargo dos perdedores.
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---Infelizmente, o único estabelecimento encontrava-se fechado e os últimos a chegar acabaram por se safar ao pagamento.
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---O desconsolo foi maior quando verificamos que se tratava do café mais badalado na net neste percurso, o Rincon del Peregrino, em Albergueria, devido a particularidade de se encontrar decorado de conchas assinadas pelos peregrinos.

---De nada valeu tocar ao sino colocado junto da porta e outros barulhos para chamar o dono ou funcionário do mesmo, porque ninguém apareceu.

---Tivemos de nos contentar com bebidas da maquina plantada à porta do bar ou água do poço.


---O caminho continuou pelo monte a subir ligeiramente, dos 860mt de Alberguería até perto aos 960mt altura junto de uma cruz em madeira.

---Segue-se uma descida interessante até perto da próxima localidade de Vilar de Barrio, que atravessamos por estrada em direcção as próximas vilas de Bóveda e Vilar de Gomareite, que ficam encostadas umas as outras.
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---Cerca de 6km chegamos a Bobadela e voltamos aos montes. De Padroso até Cima de Vila, passamos por um single-track de poucos metros mas muito interessante e com vistas panorâmicas, mas convém não fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
---Continua-se a descer por um estradão até a referida Vila, que fica com uma das melhores descidas do percurso.

---Quando chegamos ao ultimo albergue antes de Ourense, em Xunqueira de Ambía, paramos para decidir se ficávamos por ali ou continuávamos o que criou alguns atritos, sendo sujeito a votação pouco democrática, tendo vencido continuar destino como estava inicialmente estabelecido e porque ainda havia lugares no albergue.

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A parte final do trajecto foi feita quase ao sprint, dado que maior parte era por asfalto e com inclinação favorável até chegar a Ourense cerca das 20h15 espanholas.
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Só depois de termos feito o registo é que ficamos a saber que as 22h00, tínhamos de estar enclausurados no albergue.
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O resultado foi que, alguns ficaram no seu interior, tomaram banho e conseguiram comer a tempo do recolher obrigatório, partilhando a camarata mista com peregrinos estrangeiros e alguns ciclistas de Guimarães e suportaram os ruídos estranhos da noite.
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Quanto ao restante grupo depois do banho nos únicos 3 chuveiros disponíveis, para dar utilidade aos 3€ que fomos obrigados a pagar, dado que já tínhamos feito o registo no albergue, quando fomos informados das obrigações.

---Segui-se uma das partes mais difíceis do passeio, encontrar um restaurante que nos servisse uma refeição sem ser bocadilhos ou tapas.

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Depois de uma imensidão de quilómetros no centro da cidade e várias investidas nos estabelecimentos de restauração, o único sítio disponível para comer foi uma pizzaria.
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Onde comemos mal, mas pagamos bem.
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---Valeu-nos a clientela, estômago desconsolado mas olhos bem regalados.
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Após as 23h00, seguiu-se a tarefa árdua de encontrar hotel e estacionar as viaturas, que só aconteceu duas horas depois e debaixo de uma chuvada, mas só para os condutores.
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Até chegar ao hotel, foi necessário mais uns quilómetros a pé, enquanto a família Mendes, apanhou boleia da polícia local, no banco dos criminosos, que por sinal são bem diferentes dos portugueses, em plástico pouco confortável.
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---Além dos hotéis de 4 e 5 estrelas, disponíveis, mas muito fora do orçamento, apenas conseguimos arranjar um hostal com dois quartos vagos para 4 pessoas, onde acabamos por ficar 8, em situação tipo albergue ou pior.
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Ah! Já me esquecia que não foram 8, mas sim 7, porque o Gigantones, não aguentou o ressonar no seu quarto e foi dormir para a carrinha.
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2º dia
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OURENSE – SILLEDA – 78km
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Localidades:
- Ourense, Soutelo, Cudeiro, Sartédigos, Bouzas, Sobreira, Faramontaos, Biduedo, Casanova, Cea, Silvaboa, Pielas, Oseira, Vilarello, Carballedinã, O Outeiro, A Grouxa, Bidueiros, Dozón, Santo Domingo, Puxallos, Pontenoufe, A Xesta, Estación de Lalin, Botos, Fondevila, Donsión, A Laxe, Prado, A Borallo, A Ponte Taboada, Transfontao e Silleda.
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Entre levantar, arranjar as bikes e tomar pequeno-almoço passaram 2horas (07h30 e 09h30 espanholas).
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Depois do dia de sol espectacular de ontem, hoje, o dia era de nuvens e ameaçar chuviscos.
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À saída da cidade, foi difícil encontrar as indicações, pelo que acabamos por passar na ponte errada, tendo entrado no trilho apenas junto da estação de comboios.
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Depois de pedalar alguns quilómetros pela nacional OU0520, chegamos à primeira dificuldade do dia, em Cachaxuas uma "parede" em asfalto de cerca de 1km, entre os 100mt e os 400mt.
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Segundo consta sua Ex.ª o presidente foi ultrapassado na subida por um caminheiro.
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No topo da subida uma fonte colocada estrategicamente, que só os mancos a utilizaram, pois não vi nenhum dos caminheiros a parar. Somos muito fraquinhos!!!
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---Depois entra-se em estradão em terra que nos leva até a localidade de Ponte de Mandrás, com passagem por uma ponte de estilo medieval, onde fizemos uma breve paragem para fotos e apenas uma bebida, porque à quem goste de chular os peregrinos...

---Neste percurso foram várias as árvores de fruto figos, macieiras, pessegueiros, etc., que a cada passo foram atacadas por os ciclistas...
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Em Cea, paragem para visitar o albergue dos peregrinos, que para variar se encontrava aberto, mas sem ninguém no seu interior.


---O Vitokorov e o Marito entreteram-se a preencher o livro de presenças, mas carimbo nem vê-lo.
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No centro da localidade seguiram-se as fotos da torre do relógio.
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---Paragem junto do carro de apoio para duas de letra e como se aproximava as 13h00 espanholas, decidimos almoçar todos juntos.
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Só foi possível encontrar dois cafés abertos, tendo sido com a ajuda de uma agente da guardia civil que conseguimos almoçar, porque num só podiamos comer após entrar no horário de almoço, faltando ainda 45m e no outro que ficava fora do caminho só a pedido da referida agente. Lá nos serviram um combinado, que se resumia a uma especie de tortilha e um prato com presunto, chouriço, mortadela e queijo...

---Um roubo! (11,50 por pessoa).

---Entre Cea e Oseira uma avaria na bicicleta do Pedro, com reparação demorada atrasou o passeio, aproveitado pelos da frente para caminhar até o grupo estar completo.


---Neste troço o gigantones numa travessia de um lago foi atacado por um grupo de vândalos, que o apedrejaram, tendo sujado o seu fato de gala, que o deixou bastante aborrecido, seguindo o resto do caminho sozinho.


---Pois pensava que estava perto do fim da etapa.
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No entanto, quando chegou a Oseira, com 29,9 km, verificou que ainda tinha muito caminho a percorrer até Silleda e acabou por esperar pelos restantes junto do Mosteiro Santa Maria La Real de Oseira:
- Convento de Oseira, que mistura na sua arquitectura os estilos românico, barroco e renascentista (mais um edifício encerrado).

---Daqui para a frente voltaram as dificuldades e novamente a carregar as binas.

---No inicio da subida o Xinateiro do Manuel, aproveitou para lavar as partes traseiras, num fontanario.

---Não sei se devido as dificuldades do terreno, alguns cromos tinham como tema de conversa o dopping, o Sr. armstrong, o Nuno Ribeiro, etc.

---Depois de tanto tempo a empurrar as biclas, chegamos ao topo e logo a descer em asfalto, que entrou umas centenas de metros à frente num single-track interessante, mas circulável em poucos metros. Vitima Vitokorov ao sair da bike escorregou e caiu sobre as pedras. Nada de grave.

---Em vilarello paragem para mais água e figos, com o a encontrar uma nova técnica para chegar aos frutos (com pedras). É o que faz ir aos figos com gajos grandes...

---Logo a seguir uma nova subida em estradão, com pedra pequena, que voltou a fazer mossa no grupo, com os da frente a não terem conhecimento da queda do Paulo, que parecia um filme de terror de fraca categoria com sangue a jorrar do tornozelo.
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Com o avançar da hora, o ponto da situação era o Vitokorov, leite e o Costa na cabeça do pelotão à espera que alguém chegasse para dizer o que se passava, o que aconteceu em Santiso, junto do albergue, com a chegada do acidentado Paulo, do Marito e do bombas (Tó Jó).
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Como os restantes já estavam em Silleda, porque seguiram por estrada e como já eram quase 19h00, foi tempo de aumentar o ritmo, tendo o Marito acompanhado o Paulo pela nacional, uma vez que já não aguentava mais o esforço no pé.
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Assim, o Vitokorov, bombas, Costa e o JP, seguiram agora a velocidade supersonica, por caminho (estradão) muito arborizado, em terra, com alguns sítios com muita pedra e água, que tornaram o caminho escorregadio, propicio a mais duas quedas, sem grande mazelas a não ser numa maquina e mais uma paragem para a reparar, que foi aproveitada pelo o JP para aliviar a tripa e já que não havia papel teve de lavar as partes baixas no rio Deza.
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Antes de chegar a Silleda, fica a localidade de A Ponte Taboada, onde passamos por duas pontes antigas, a primeira foi por baixo, em que não deu para fotos e a segunda uma ponte medieval sobre o referido rio, com uma subida por uma calçada tipo romana.
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Finalmente lá chegamos ao hotel Ramos, pelas 20h30, onde os restantes já aguardavam no bar do hotel.
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A distribuição dos quartos não foi pacífica com o JP a ficar com o gigantones e a lamentar-se não ter trazido os tampões para os ouvidos.
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O jantar foi num restaurante Brasileiro, para finalmente esquecermos a comida de nuestros hermanos e fomos no Rodízio, com sete carnes para devorar.
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---A muito custo a carne lá foi chegando e as bebidas também, mas só com ajuda do Tó Jó, que deu uma ajuda ao empregado, com pouca vontade de servir...
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---A meio das carnes fomos surpreendido com a noticia que tinham acabado as carnes, ou seja ficamo-nos pelas 4. Isto para quem as comeu todas.
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---No final foi tempo de negociar o preço que era de 17€ e passou para 15€, sendo certo que afinal a publicidade enganosa resulta, ou seja a bebida à descrição afinal era só a primeira.
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---Enfim, mais aldrabões.
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---Durante o jantar o Paulo quis ser o centro das atenções (já que a brasileira não quis fazer um strip), tendo perdido os sentidos e só com duas cervejas...muito fraquinho!
---Na opinião da enfermeira de serviço a menina Marito, tal deveu-se ao sangue que a vitima foi perdendo em consequência da queda e quiçá devido ao cansaço.

---Assim, no final foi fazer uma visita ao centro de saúde.
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---A noite terminou cedo para alguns já habituados aos horários dos albergues, enquanto outros foram fazer uma caminhada para descomprimir e tomar um digestivo no único bar aberto.
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---Durante a noite alguns ainda pensaram levantar-se mais cedo e seguir até Fiesterra, mas acabaram por perceber que não seria boa ideia, dado que o objectivo era seguirem todos juntos.
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77km
06h25 a pedalar
03h50 parados
Media de 12km/h
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3.º Dia
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SILLEDA – SANTIAGO DE COMPOSTELA – 42km
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Localidades:
- Silleda, San Fiz, Bandeira, Besteiro, Dornelas, Castro, Puente Ulla, Outeiro, Rubial, Deseiro, Rubial, A Susana, Cañoteira, Vixoi e Santiago.
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---Hoje, saímos da cama as 08h30 espanholas, porque o Ti Mendes, tratou de acordar toda a gente, embora nalguns casos foi preciso tira-los da cama.
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---Mais uma vez um pequeno almoço mal servido. Será que somos nós que não sabemos pedir?

---Uma hora depois seguimos viagem, desta vez sem dificuldades em encontrar o caminho correcto.

---O dia ameaçava chuva, o que veio a suceder mais para a frente.
~-
---O grupo rapidamente se fragmentou em dois, porque o Vitokorov ainda pensou em ir à missa do peregrino que começava as 12h00.
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---O ritmo seguiu a uma média de 14, dado que os trilhos também ajudavam, sem grandes dificuldades.
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---Uma vez que o ritmo aumentava as fotos diminuíam e com chuva é quase impossível.
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---Na localidade de Seixo, mais um desvio no caminho, devido à construção de um viaduto, para mais uma auto pista.

---Os locais para carimbar eram poucos e só a meio do caminho é que alguém se lembrou dos carimbos.

---Na descida para a Ponte Ulla, em asfalto, finalmente se viu o Marito a libertar-se do medo e a largar os travões, que pela primeira vez ninguém o conseguiu acompanhar numa descida (50mt altitude).
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---No albergue de San Pedro de Vila Nova, o grupo da frente fez uma paragem no momento certo para evitar uma tromba de água, tendo aproveitado para conversarem em inglês com o único peregrino ali presente, um alemão campeão de btt do escalão sénior, que vinha de Sevilha a pé até Santiago e em Dezembro ia voltar a este caminho, mas de bike e na companhia da sua namorada.
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---E como ele disse a pé é em introspecção/fé e em bike é pelo desporto e diversão.
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---Algures na localidade de Rubial, paramos numa casa tipo turismo rural, onde o seu proprietário, reformado da TV (actor de uma série de apanhados) mostrou-nos a simpatia e hospitalidade espanhola, que até então desconhecíamos. Oferecendo-nos fruta, água e lavagem das bikes.

---Continuamos e mais à frente nova tromba de água, desta vez como já estávamos perto de Santiago o Tó Jó e JP decidiram continuar.
---5km antes de Santiago mais uma paragem para o inevitável bocadilho e cola. Quando se preparavam para seguir caminho foram alcançados pelos atrasados.

---À entrada de Santiago rapidamente verificamos que estávamos perto do destino, com a catedral no meio dos prédios.
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---Antes disso, uma descida por um empedrado em fase de finalização, por trabalhadores portugueses, que se manifestaram à passagem da bike do Manuel, com a sua bandeira nacional.


---Lá seguiram viagem com o Gigantones a passar para a frente do pelotão, preparando-se para triunfar na etapa, na Catedral, mas na ultima subida faltou-lhe a pedalada ou um danoninho e lá utilizou a táctica do costume para disfarçar "vou lá a atrás ajudar os outros"...pois... pois....
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---Desta vez, as fotos da praxe foram abreviadas devido à chuva.

42km
02h30 - pedalar
00h55 parados
Media 16km
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---Mais uma vez não chegamos a tempo da missa do peregrino, que o vitokorov fazia questão, para agradecer ter chegado são e salvo, entre outras coisas bem mais importantes.
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---Mas ainda deu tempo para a volta interior à catedral e para alguns foi tempo de introspecção e de fé.
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---Quando já todos "corriam" com destino ao albergue, para tirar a roupa molhada o Vitokorov lembrou-se dos diplomas e lá fomos novamente para a catedral, quer dizer, ao edifício ao lado direito.
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---Para não variar aquela hora havia fila pelas escadas a cima, mas o Marito fazia questão de esperar, para após o banho seguir logo em direcção a Portugal, pois estava preocupado com o acidentado.

---Ao fim de uma hora voltamos as bikes para seguir para o Seminário Maior e tomar o merecido banho.
---Foi preciso deixar alguém de guarda as carrinhas, porque os gatunos são universais e já andavam a rondar.
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---Por fim, alteração dos planos o almoço/lanche deixou de ser em Santiago e passou a ser em Ponte de Lima, devido aos sucessivos, péssimos e dispendiosas refeições que tivemos.
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---Antes de chegar ao destino o Gigantones, mais uma vez tentou despistar as outras duas viaturas e em vez de seguir para Portugal fez uma manobra evasiva e saiu para Vigo.

---Pelo Natal acho que lhe devíamos oferecer um gps...
---Ponte de Lima, fomos ao "Encanado", onde a sua proprietária afirmou que independentemente da hora, nunca ninguém ficava sem comer. Será?

---O resultado foi o "bandulho" cheio e bem satisfeito, pela singela quantia de 15€, que em Espanha apenas dava para aperitivos (muita fominha).
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---Antes de voltarmos aos carros com destino a Gaia, o Marito e o lesionado Paulo, pediram para lhes rubricarem as costas dos seus diplomas.
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---E assim terminou mais uma travessia dos caminhos de Santiago, repleta de histórias, aventuras, desafios, de coisas boas e outras nem por isso.
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---225km percorridos por diversas localidades, estradas e trilhos.


BOM CAMINHO
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Em 2010 é ano Santo em Compostela, pois o 25 de Julho coincide com um Domingo.

---A cerimónia começa a 31 de Dezembro com abertura da Porta Santa, que assim ficará durante um ano.

---Por isso, o próximo ano era o tempo indicado para percorrer o caminho Francês...alguém interessado?

---Ou melhor, alguém com disponibilidade de tempo, financeira e de pernas...-


ULTREYA E SUSEYA!


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28 Setembro 2009

CONVÍVIO DESCOBRIMENTOS

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-----Eis que no dia 26 de Setembro de 2009 se juntaram os amigos do Santiago “Beep-Beep”:
- Os Ecobikers
- os Bike17Ecos, apenas um, porque os outros…estavam muito ocupados, honra seja feita ao “Saca-Saca” e
- os Sodhisa-Bikes na chefia do seu ilustre representante José Manuel Costa…
para mais um convívio de alegres e carunchosos bttistas…com vontade de pedalar por entre ruelas e “pequenos” montes de Vila Nova Gaia.
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---As 9h00 em ponto, começam a aparecer os madrugadores…ainda estava eu no banho quando me ligam para abrir a porta…
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---Pelas 9h40 lá saímos a muito custo, pois a vontade de alguns era pouca…

---Reunidos 25 corajosos para pedalar…lá fomos andando até que o Valente, mais conhecido por “Compostela”, se lembra que tinha saído de casa sem comer e ás 10 30h lá tivemos de parar num “tasco” para beber umas cervejas e umas bifanas, os mais corajosos, porque os restantes comeram umas barritas muito light e umas águas com gás…
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Seguimos caminho em direcção ao mar, depois de já ter-mos deixado para trás as ruelas de Gaia, onde alguns já transpiravam e pediam o INEM…pois as subidas eram mais que as descidas…eis que os “prós” de destacavam na frente reclamando que estávamos a andar muito devagar…
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---Após tantas lamentações pedi ao José Manuel Costa, Ilustre representante da Sodhisa Bikes que tomasse o comando a meio do percurso, eis que nos levou para a Serra de Canelas.
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Durante o percurso, as imagens e filmes ficaram a cargo de ilustres operadores de câmara, como o Vítor Silva, mais conhecido por “Vitokorov” e o Santos que ainda não tem alcunha, mas não tardará a ser baptizado, ainda bem que ficaram registadas algumas imagens de cenas bem interessantes como a minha que a meio já transpirava com os telefonemas para a orientação do “tacho” que se aproximava.
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Depois de 37km, a sede já apertava…eis que no percurso aparece o tão desejado abastecimento…a “tasca” da tia Alzira, onde foi possível matar-mos a sede de alguns, os mais corajosos e a vontade de beber de outros que com vergonha ou falta de “pedal” ficaram a ver o “Compostela” e o Costa a prepararem uma receita á maneira para acabar os últimos km até casa.
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Chegados a minha casa “beep-beep…esperou-nos um banho refrescante e um alegre convívio, onde foi possível confraternizar, comer e beber uns copos á volta de umas descontraídas conversas e gargalhadas…
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Da minha parte só me resta agradecer a comparência de todos os que vieram e os que não puderam vir também…porque tenho a certeza que se pudessem também cá estariam…
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Abraço a todos e excelentes pedaladas.
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Ass. Henrique Santiago “beep-beep”
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25 Setembro 2009

RAID BTT ALFENA

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28 Junho 2009


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Raid BTTAlfenense
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Devido à participação e colaboração na organização de vários eventos reconhecidos a nível internacional, esta crónica foi adiada por vários meses, contudo saiu
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Assim, a nata da Ecobike (Tojo, Litos Compostela e Henrique Santiago), fez companhia aos melhores da 17Eco (Pimenta, Sousa e Pedro) para mais um raid, desta feita a contar para a taça dos campeões europeus, e que deu inicio às festividades de comemoração do aniversário da Vila de Alfena.
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O percurso consistia em 35 km de dificuldade física/técnica média, coisa pouca para a qualidade dos atletas presentes, tendo a prova corrido muito bem, conseguido tirar um honroso 4ª lugar.
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---Desta vez o careca (valente) ficou a cheirar o pneu da minha roda traseira, pois andou perdido pelo meio do monte.

---Em grande também teve o Henrique que vinha muito junto a mim, ficando muito para trás o pessoal da Bike17Eco, que decidiram gastar todas as camêras de ar que tinham e as que não tinham também, conseguindo furar mais vezes, que todos os outros atletas todos juntos.
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---Têm que ouvir a sapiência do nosso amigo Márito, que diz que pneus Tubless é que está a dar, rs..rs..
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---Pese embora ser a primeira prova organizada por este clube, diga-se que foi uma organização muito agradável, single-tracks muito bonitos, com descidas duras, com direcção simpática, abastecimentos suficientes, almoço que consistia em grelhados (bifinhos de peru não tinha, é pena), por isso nota 8, um convívio a repetir.
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Ass. Tó Jó
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ULTREYA e SUSEYA

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.(para ouvir o vídeo tirar o som do rádio cotonete)

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A Canção do Peregrino
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Ultreïa ! Ultreïa ! E sus eia Deus adjuva nos !
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Tous les matins nous prenons le chemin,
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Tous les matins nous allons plus loin.
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Jour après jour, la route nous appelle,
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C’est la voix de Compostelle.
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Ultreïa ! Ultreïa !
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E sus eia Deus adjuva nos !
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Chemin de terre et chemin de Foi,
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Voie millénaire de l’Europe,
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La voie lactée de Charlemagne,
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C’est le chemin de tous mes jacquets.
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Ultreïa ! Ultreïa !
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E sus eia Deus adjuva nos !
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Et tout là-bas au bout du continent,
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Messire Jacques nous attend,
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Depuis toujours son sourire fixe,
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Le soleil qui meurt au Finistère.
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Ultreïa ! Ultreïa !
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E sus eia Deus adjuva nos ! -
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---"ULTREYA" - É uma palavra de origem latina, pronunciada pelos peregrinos que chegavam a Catedral de Santiago como forma de expressar a sua alegria de ter terminado a sua peregrinação.
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A palavra Ultreia, vem de Ultra-joia, que significa: "mas alla del jubilo", forma de manifestar a alegria de ter chegado à Catedral de Santiago e a indicação "para frente", para concretizar uma meta, a qual tendo fé iremos alcançar, mesmo perante das dificuldades não deveremos desistir.
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---A palavra SUSEYA - "para cima", significa a procura de um objectivo que se deve perseguir. A
evolução espiritual, por forma atingir a realização humana.
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ULTREYA “para a frente com coragem”
SUSEYA “para cima
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Uma saudação, um encorajamento no caminho.
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---Ao Ultreya deve-se responder com Suseya.
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SANTIAGO
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23 Setembro 2009

CAMINO DE SANTIAGO

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---Pela 4ª ano consecutivo lá vamos percorrer os CAMINHOS DE SANTIAGO.
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Como já todos sabem desta vez o caminho escolhido foi:
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VIA DA PRATA

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---O passeio terá lugar nos dias 3, 4 e 5 de Outubro.
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Garantimos o transporte dos participantes de:

  • Gaia para Chaves e

  • Santiago de Compostela para Gaia.

---Bem como carrinha para transporte das bikes dos participantes.


---E carro de apoio durante os três dias.


---Assim sendo, os interessados terão apenas de pagar o valor de 40€.
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A inscrição inclui:

- transporte dos participantes;

- carrinha para as bicicletas;

- carro de apoio (que entre outras coisas transporta o material e roupa dos "peregrinos";
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---Relativamente ao alojamento pretendemos fazê-lo em albergues, de forma que a viagem fique mais acessível, caso se consiga vagas para todos os "peregrinos".
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Deste modo, o alojamento e refeições ficam ao encargo dos participantes.
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Local da concentração - MAPA (clica aqui)

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Por isso, se estás interessado
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não percas tempo,
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contacta-nos e obtém mais informações.
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Já sinto as novas aventuras a chegar, as dificuldades e persistência em as vencer, do convívio e divertimento, da descoberta de novos trilhos e localidades, do contacto com novas pessoas e culturas, da fé e introspecção do caminho, da alegria de chegar, etc.



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