11 novembro 2009

CHAVES - MONTERREI


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Crónicas esquecidas
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---Este passeio ocorreu em Outubro e teve como objectivo fazer reconhecimento dos primeiros quilómetros do caminho de Santiago de Compostela.
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---Revelou-se uma excelente decisão, em virtude de este troço do percurso se encontrar com vários desvios, devido à construção de uma auto-estrada, que nos fez andar por duas ou três vezes as "apalpadelas" em viadutos ainda em construção até localizar novamente o caminho.
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---Tendo em conta, que o trajecto já foi descrito na crónica da Via da Prata, deixo-vos aqui apenas algumas fotos, em particular do Castelo de Monterrei, que não fica no caminho do peregrino, mas é digno de uma visita e logo de constar neste blog, especialmente pela calçada tipo romana, que leva ao monumento e pela vista que se tem do alto do monumento (509mt).
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---Depois do almoço em Pazos - Verin, foi tempo de regressar a Chaves, mas desta vez pela estrada, porque não tinhamos tempo para mais.
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---Terminamos o passeio com 70km.
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CICLOVIA DO PORTO

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---Mais uma crónica a cheirar a mofo....
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---Aquando da iniciativa mundial do Movimento 350, os três cromos Vitokorov, Henrique e Ruizink foram a procura de adrenalina pela ciclovia do Porto, em direcção a Matosinhos e regresso a Gaia.
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---Ainda mal tinham começado a pedalar e já estavam a parar num tasco em Matosinhos, para deitar abaixo uma cervejita e uma sande de rojões.
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---Mais uns metros e nova paragem desta vez para castanhas.
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---Finalmente, lá começaram a pedalar porque a chuva ameaçava cair a qualquer momento.
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---Depois de atravessar o Parque da Cidade, efectuamos pela primeira vez o novo troço da ciclovia em direcção ao Fluvial.
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---Podíamos aproveitar para comentar os erros graves de construção desta via, ou da sua utilidade, mas não julgamos oportuno dado que já muito tinta foi gasta nesses aspectos e noutros igualmente importantes.
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---Contudo, julgamos pertinente alertar os possíveis utilizadores mais incautos ou desconhecedores da área, que além de circularem com o máximo de cuidado relativamente aos perigos da via, nomeadamente nos cruzamentos, com aproximação das viaturas, devem ter especial atenção aos larápios, visto que a via atravessa uma zona de bairros sociais conotados com o tráfico de estupefacientes.

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-tira o som do rádio cotonete para ouvires o vídeo

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SERRA DO MARÃO

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Caminho da Fraga da Bouça – Candemil
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…. Com o objectivo de confraternizarmos e aliviar o stress, juntei-me aos Mancos e aos Papa-Bolos, para um passeio de BTT pelos lados do Marão.
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-Assim, fizemos um percurso de cerca de 30 Kms, sem grandes dificuldades técnicas/físicas, de forma a todos conseguirem chegar ao fim ainda com força para comer, excepto o Moutinho que foi rebocado desde o 1º Km, tendo em conta que na meta já se encontravam os Papa-Bolos, que se esmeravam na preparação do almoço e em manter as bebidas frescas, face ao calor que se fazia sentir neste dia.
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---Claro está que depois de concluído com sucesso e sem grandes quedas (tirando o Brutos claro), quando chegamos à parte melhor do passeio, muitas já eram as garrafas vazias que ali se encontravam, não fossem aqueles especialistas em secar garrafas e afins.
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-Um resumo, muita comida, muita bebida, muita brincadeira, muito sol, muita palhaçada, muita emoção, foi assim este dia grandemente bem passado, e que merece o meu contributo e estas palavras.
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---Sem mais demoras me despeço até ao próximo episódio, sejam felizes e façam agúem feliz.
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09 novembro 2009

ALERTA AMARELO

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---O Instituto de Meteorologia prevê que nos próximos dias o país esteja “sob a influência de uma depressão de actividade moderada”, que provocará, principalmente no Norte e Centro, chuva forte durante todo o sábado.
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---Perante estas condições meteorológicas, a ECOBIKE declarou assim alerta amarelo ao próximo passeio, isto porque à existência de piso escorregadio, a formação de lençóis de água e os ventos fortes, que poderão levar à queda de árvores, são susceptíveis de provocar acidentes de viação entre os ciclistas, que durante o passeio se encontraram com os reflexos diminuídos.
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---Por tal facto o passeio do próximo sábado (dia 14), denominado de 2º MEETTING DE SANTA BEBIANA, ficou sem efeito (temporariamente), porque se trata de um passeio com algumas paragens demoradas e com chuva não seria agradável.
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---O passeio vai realizar-se no fim-de-semana seguinte, no dia 21.
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---CONTAMOS CONTIGO NO DIA 21NOV2009
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AS 10H00
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NO JARDIM DO MORRO - GAIA
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PARA ESTE EXCELENTE CONVÍVIO.

APARECE.
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04 novembro 2009

MEETING SANTA BEBIANA

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---No próximo dia 14 (Sábado), é tempo de mais um evento de bicicleta ECOBIKE, na cidade de Gaia e como não podia deixar de ser com a componente principal o CONVÍVIO.

---Por escassez de tempo este passeio vai ser dois em um, ou seja o passeio da Rota das Tascas e o de Magusto.
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---Denominado de "MEETING DE SANTA BEBIANA" (padroeira dos alcoólicos), é um percurso misto de estrada e serra, com paragem em cinco "TASCAS", sendo que na última entre outros petiscos terá lugar o tradicional magusto, regado com água pé.-
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- PROGRAMA:
  • Concentração: Meio quartilho (10H00) - Jardim do Morro na Serra do Pilar;

  • Inicio: 15ml depois;

  • Percurso: +ou- 35 lt.;

  • Dificuldade física: 0,75cl

  • Dificuldade técnica: 0,33cl

  • Tabernas: 5

  • Fim: 16h00 (sujeito atrasos)
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- NECESSÁRIO:


  • O espírito do passeio é o convívio...competição ou sofrimento = zero;
  • Quem vier é para se divertir, comer e beber;
  • Cada come e bebe o que lhe apetecer...no final paga...;
  • Apareça só com este espírito;
  • Inscrição gratis;
  • Confirma a tua presença por telefone (HENRIQUE ou JORGE) ou por email.
Para quem não participou nestes passeios, aqui ficam as crónicas dos mesmos ou para quem não quiser ler os respectivos videos
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videos *****


desliga o som do rádio cotonet para ouvires os videos

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30 outubro 2009

NA ROTA DA CASTANHA


*** Novamente na Serra da Freita e em trilhos pedestres.***
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---Iniciamos o passeio bem cedo, porque o Marito tinha de regressar ao Porto, no princípio da tarde.
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---Para não variar o começo foi frente ao Parque de Campismo do Merujal e fomos pelo trilho PR7 "Nas Escarpas da Mizarela" (8km-cerca de 3h30-dificuldade: media/alta), até ao Miradouro da Frecha de Mizarela.




---O trilho a seguir descia até ao fundo da queda de água onde já tínhamos andado noutro passeio (e não foi nada fácil descer e subir... e sem bicicletas), pelo que abandonamos o caminho e seguimos por estrada até perto do parque de merendas, na aldeia da Albergaria da Serra.
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---Depois de atravessar a ponte sobre o rio Caima, entramos no trilho PR15 "Viagem à Pré-História" (17km circular), o caminho dirige-se para o cemitério após o qual, na bifurcação imediata, toma o caminho da esquerda, isto é acompanha o rio no seu pequeno vale encaixado com pequenas courelas em socalcos e azenhas, algumas das quais ainda em funcionamento.

---Aqui os cerca de 500 mt. fizeram-se a carregar a bicla, dado que o trilho seguia pela encosta rochosa e a subir...

---Atravessa-se de novo o Caima agora para a sua margem direita e após contornar um muro de pedra solta, atravessa-se a estrada empedrada num local denominado "Junqueiro", continuando-se para Leste, sempre acompanhar o Caima, que, nesta zona é ainda um pequeno riacho.

---Chegados a um cruzamento no lugar do "Vidoeiro", o caminho segue pela direita, por um troço de calçada muito antiga, que nos leva à Portela da Anta, mas como já tínhamos ali passado da última vez, seguimos até ao topo do monte, apenas mais uns metros a subir até as antenas eólicas.

---Ali chegados percorremos a estrada de asfalto, que naquele momento devido ao intenso nevoeiro era a única coisa que se via.

---Mais um passeio em que a falta de visibilidade não nos permitia ver a beleza da natureza que nos rodeava nem os caminhos para pudermos improvisar caminhos.

---Deste modo, seguimos os plásticos deixados na natureza, que não compreendo como se faz esta poluição para sinalizar o caminho e posteriormente, após o evento não se retira...
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---Ainda para mais está sinalização devia pertencer algum evento de motocross, devido aos locais por onde passava, pelo que, com mais facilidade limpavam o percurso.
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---Descemos até o "Viveiro da Granja", onde acabamos por entrar no trilho PR4 "Cercanias da Freita" (pequena rota de 13,3km, dificuldade media e em circuito).

---O caminho é feito por entre mata de pinheiro, com castanheiros junto do estradão, coberto de folhas e castanhas.

---Olha a castanha para o magusto! ...Toca a encher os sacos....
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---De Forcada até santa Maria do Monte, freguesia de Santa Eulália (dista 2km do mosteiro de Arouca), onde se inicia este trilho pedestre, o percurso faz-se por caminhos antigos de rara beleza, campos em socalco, ribeiras...que não deu para evitar molhar os pés.
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---Aproximação à Capela faz-se pelas ruas antigas e estreitas.
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---Daqui ruma para sul, em direcção à Serra da Freita, através de um caminho que percorre o vale profundo do curso superior do rio Urtigosa, novamente rodeados de castanheiros.
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---Pelo caminho mais uma queda da treta do vitokorov, mas que lhe causou mazelas físicas e empeno do ferro do suporte do gps...

---Na subida, este troço tornou-se impraticável circular em cima das maquinas, uma vez que não possuem motor, para conseguir vencer aquela inclinação e as pedras espalhadas naquele carreiro, que até a descer não deve ser fácil.

---Quase a chegar ao Viveiro da Granja, abandonamos o trilho pedestre e continuamos pela encosta da Serra em direcção ao Merujal, pelo caminho da semana passada, desta vez, sem chuva.
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---Ali chegados, decidimos terminar o mini passeio, isto porque viemos acompanhados pelo manco do Marito de Miragaia...
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---Sem banho tomado, fomos até o centro de Arouca, deliciarmo-nos com a gastronomia local.
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---Pelo caminho dê-mos boleia a um rapaz até ao centro que nos indicou o restaurante o Parlamento, que deve ter apanhado o susto da vida dele com as brincadeiras abichanadas do Gigantones.

  • Inicio: 08h40
  • Terminus: 13h15
  • km`s: 30km










25 outubro 2009

TRILHOS DE LOUSADA

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---…mais uma prova, mais uma presença do melhor “manco” da ECOBIKE, desta feita na companhia do RAFAEL ANDRÉ.


---O dia não era o melhor para levantar cedo da caminha, face à chuva intensa que se fazia sentir. Contudo como a vontade é muita, lá partimos para mais esta aventura.


---Com um pequeno atraso, já que o pessoal devia se ter esquecido que a hora tinha mudado, lá partimos cerca de 300 superatletas de impermeável, guarda-chuva e galochas de pitões de alumínio, tal era a quantidade de lama no percurso, que fazia com as bikes andassem para trás, dificultando ainda mais este passeio já por si complicado.
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Tirando o piso e o tempo diga-se de sua justiça, que não faltou nada, senão vejamos:
  • chocolate quente aquando do levantamento do dorsal que se desenrolou sem demoras;

  • trilhos a passar por muitas pontes em madeira por cima de riachos extraordinárias;

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  • aquecimento em bikes de indoor com uma professora fim do mundo;

  • excelentes marcações e com excelente "vigilancia" em tudo o que eram cruzamentos, com dezenas de colaboradores a cortar estradas mais perigosas;

  • um bom reforço, com várias tipos de sandes, sumo, bolos, água, etc;

  • banhos 5*( do melhor até hoje);

  • vários pontos de água espalhados em que os colaboradores até a rolha abriam;

  • almoço 5*, várias carnes grelhadas, sobremesas, bebidas, arroz, feijão preto, e claro está sentadinho e confortável. (simplesmente do melhor até hoje);

  • simpatia geral de todo o staff da organização e até dos populares que iam puxando pela malta;
---Em resumo, e pese embora não ser uma prova, mas sim um passeio, foi dos melhores em que já participei e concerteza um passeio a repetir em detrimento de outras provas tão publicitadas mas que em nada dignificam o BTT.

---Claro está que segundo a contabilização por parte do João (mata cães) que esteve a contabilizar, eu e o André (que está a rolar à força toda) terminamos juntos, ficamos entre os 30 primeiros, mais uma estrondosa representação da ECOBIKE.

24 outubro 2009

MOVIMENTO 350

---Este sábado participamos na iniciativa do Movimento 350, que se assinalou por todo Mundo e em Portugal, teve lugar em Lisboa, junto do Padrão dos Descobridores e em Gaia, o Condomínio da Terra organizou a iniciativa na Ponte D. Luís, com concentração marcada no Jardim do Morro - Gaia.

---Infelizmente, o evento em Gaia e o passeio de bike da Casa da Música até a referida ponte, não tiveram uma forte adesão, para uma causa importante na melhoria da qualidade de vida futura das pessoas.

---No entanto, o importante é fomentar estas iniciativas para alterar consciências e comportamentos dos cidadãos e pressionar os lideres mundiais, nomeadamente na próximo reunião, do dia 7 de Dezembro, em Copenhaga - Dinamarca, de modo a estabelecerem um acordo climático, que delibere uma redução da concentração de carbono na atmosfera (350 ppm).







23 outubro 2009

SERRA DA FREITA

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De volta à Serra... e o 1º banho do ano...

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Pelos trilhos da serra, que nos revelam recantos escondidos onde a natureza se mostra em todo o seu esplendor.


  • inicio 10h55 - parque do Merujal

  • fim 18h00

  • distância - 56 km

  • tempo - 05h05

  • parados - 02h00

  • media - 11km/h

---Hoje, fomos até Serra da Freita, com o objectivo de pedalar pelo trilho pedestre do Sol Nascente (PR3), com inicio na Igreja Matriz de Moldes, uma rota pequena, circular, com cerca de 13km e com paragem à hora do almoço no restaurante em Espinheiro.
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Porém, fomos parar frente ao parque de campismo do Merujal, onde verificamos nas placas de sinalização que estávamos um pouco afastados, pelo que decidimos percorrer outro trilho pedestre e mais tarde tentaríamos chegar ao restaurante.

---Assim sendo, seguimos pelo trilho pedestre GR28, uma grande rota, que rasga montes e serras de Arouca, da Freita e da Arada, os vales do Paivó e do Paiva, atravessa aldeias e acompanha o curso serpenteante de rios e ribeiros do Concelho.

---Localidades: Albergaria da Serra, Tebilhão, Cabreiros, Candal, Covelo de Paivó.

---Mal saímos do parque do campismo seguimos em direcção aldeia de Albergaria da Serra, com passagem pelo Rio Caima.


---Continuamos a subir em direcção ao parque eólico, tendo ficado a cerca de 500mt do mesmo, tendo continuado o trilho pela direita e a descer até chegar quase aldeia de Tebilhão.

---Daqui até aldeia de Cabreiros o percurso decorre por caminhos rurais, que permite uma condução emocionante...

---Após a localidade de Candal voltamos à paisagem da serra, até chegar aldeia de Covelo de Paivó, onde chegamos com 20km.

---Aqui como não sabíamos o que tínhamos pela frente, nem o que tínhamos de andar para a aldeia de Moldes, decidimos continuar pela estrada, após falarmos com o comandante dos bombeiros de Arouca, que andava pelos montes de jipe.


---Quando chegamos à Ponte de Telhe, verificamos que já tinhamos ali passado de bike, tendo parado para comprar pilhas para o gps.

---Aproveitamos para umas sandes no café da vila, onde o Gigantones confirmou a grandeza do SLB...

---Desta vez não seguimos pelo caminho mais curto, subindo o monte em direcção a Pedrogão, com da última vez e fomos pela estrada, dado que a subida apesar de ser mais longa, não tinha nada de penoso como a outra opção.

---Seguimos até Moldes, onde não encontramos o trilho PR3, o que só veio acontecer na localidade seguinte em Bustelo.

---Percorremos cerca de 3km, pelo meio de castanheiros e a maior parte a empurrar a bicla.

---Chegados a um "entroncamento", não encontramos a sinalização e acabamos por errar na opção, que revela a falta aos treinos, pois escolhemos o caminho a descer...

---Mas graças ao meu sentido de orientação lá voltamos a encontrar o caminho para a localidade de Espinheiro, apesar do carteiro, ter afirmado que tínhamos de voltar para trás.


---O extraordinário da situação foi que seguíamos sem água, tínhamos uma longa subida pela frente e a indicação do carteiro que a estrada não tinha saída.

---Ao chegar a localidade de Fuste, verificamos que já ali tínhamos passado de bike e nas mesmas circunstâncias, tendo solicitado água numa das três casas ali existentes.

---Desta vez, lá tivemos novamente de pedir água, porque cafés e fontes nem vê-los...no entanto, estávamos no caminho certo, apesar de ter um longo caminho para percorrer até chegar ao carro.

---Daqui para frente continuamos a subir por terra, no trilho do PR3, mas já conhecíamos o caminho. A diferença foi que não subimos sempre até as antenas eólicas e seguimos o trilho até o restaurante do Espinheiro, onde estivemos a falar com o proprietário e a saciar a sede, apesar de estarmos bem molhados da chuva.

---Como se fazia tarde seguimos em direcção ao topo da serra pela estrada, tendo os últimos quilómetros sido percorridos em estradão, por onde já tínhamos passado, mas no sentido inverso.

---Acabamos o passeio as 18h00, debaixo de chuva miudinha e com a sensação que uma avaria fazia-nos andar sem luz na serra.

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