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---Terminamos o passeio com 70km.
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---Aqui os cerca de 500 mt. fizeram-se a carregar a bicla, dado que o trilho seguia pela encosta rochosa e a subir...
---Atravessa-se de novo o Caima agora para a sua margem direita e após contornar um muro de pedra solta, atravessa-se a estrada empedrada num local denominado "Junqueiro", continuando-se para Leste, sempre acompanhar o Caima, que, nesta zona é ainda um pequeno riacho.
---Chegados a um cruzamento no lugar do "Vidoeiro", o caminho segue pela direita, por um troço de calçada muito antiga, que nos leva à Portela da Anta, mas como já tínhamos ali passado da última vez, seguimos até ao topo do monte, apenas mais uns metros a subir até as antenas eólicas.
---Ali chegados percorremos a estrada de asfalto, que naquele momento devido ao intenso nevoeiro era a única coisa que se via.
---Mais um passeio em que a falta de visibilidade não nos permitia ver a beleza da natureza que nos rodeava nem os caminhos para pudermos improvisar caminhos.


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---Claro está que segundo a contabilização por parte do João (mata cães) que esteve a contabilizar, eu e o André (que está a rolar à força toda) terminamos juntos, ficamos entre os 30 primeiros, mais uma estrondosa representação da ECOBIKE.
---Este sábado participamos na iniciativa do Movimento 350, que se assinalou por todo Mundo e em Portugal, teve lugar em Lisboa, junto do Padrão dos Descobridores e em Gaia, o Condomínio da Terra organizou a iniciativa na Ponte D. Luís, com concentração marcada no Jardim do Morro - Gaia.
---Infelizmente, o evento em Gaia e o passeio de bike da Casa da Música até a referida ponte, não tiveram uma forte adesão, para uma causa importante na melhoria da qualidade de vida futura das pessoas.
---No entanto, o importante é fomentar estas iniciativas para alterar consciências e comportamentos dos cidadãos e pressionar os lideres mundiais, nomeadamente na próximo reunião, do dia 7 de Dezembro, em Copenhaga - Dinamarca, de modo a estabelecerem um acordo climático, que delibere uma redução da concentração de carbono na atmosfera (350 ppm).
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De volta à Serra... e o 1º banho do ano...
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---Pelos trilhos da serra, que nos revelam recantos escondidos onde a natureza se mostra em todo o seu esplendor.
---Hoje, fomos até Serra da Freita, com o objectivo de pedalar pelo trilho pedestre do Sol Nascente (PR3), com inicio na Igreja Matriz de Moldes, uma rota pequena, circular, com cerca de 13km e com paragem à hora do almoço no restaurante em Espinheiro.
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---Porém, fomos parar frente ao parque de campismo do Merujal, onde verificamos nas placas de sinalização que estávamos um pouco afastados, pelo que decidimos percorrer outro trilho pedestre e mais tarde tentaríamos chegar ao restaurante.
---Assim sendo, seguimos pelo trilho pedestre GR28, uma grande rota, que rasga montes e serras de Arouca, da Freita e da Arada, os vales do Paivó e do Paiva, atravessa aldeias e acompanha o curso serpenteante de rios e ribeiros do Concelho.
---Localidades: Albergaria da Serra, Tebilhão, Cabreiros, Candal, Covelo de Paivó.
---Mal saímos do parque do campismo seguimos em direcção aldeia de Albergaria da Serra, com passagem pelo Rio Caima.
---Continuamos a subir em direcção ao parque eólico, tendo ficado a cerca de 500mt do mesmo, tendo continuado o trilho pela direita e a descer até chegar quase aldeia de Tebilhão.
---Daqui até aldeia de Cabreiros o percurso decorre por caminhos rurais, que permite uma condução emocionante...
---Após a localidade de Candal voltamos à paisagem da serra, até chegar aldeia de Covelo de Paivó, onde chegamos com 20km.
---Aqui como não sabíamos o que tínhamos pela frente, nem o que tínhamos de andar para a aldeia de Moldes, decidimos continuar pela estrada, após falarmos com o comandante dos bombeiros de Arouca, que andava pelos montes de jipe.
---Quando chegamos à Ponte de Telhe, verificamos que já tinhamos ali passado de bike, tendo parado para comprar pilhas para o gps.
---Aproveitamos para umas sandes no café da vila, onde o Gigantones confirmou a grandeza do SLB...
---Desta vez não seguimos pelo caminho mais curto, subindo o monte em direcção a Pedrogão, com da última vez e fomos pela estrada, dado que a subida apesar de ser mais longa, não tinha nada de penoso como a outra opção.
---Seguimos até Moldes, onde não encontramos o trilho PR3, o que só veio acontecer na localidade seguinte em Bustelo.
---Percorremos cerca de 3km, pelo meio de castanheiros e a maior parte a empurrar a bicla.
---Chegados a um "entroncamento", não encontramos a sinalização e acabamos por errar na opção, que revela a falta aos treinos, pois escolhemos o caminho a descer...
---Mas graças ao meu sentido de orientação lá voltamos a encontrar o caminho para a localidade de Espinheiro, apesar do carteiro, ter afirmado que tínhamos de voltar para trás.
---O extraordinário da situação foi que seguíamos sem água, tínhamos uma longa subida pela frente e a indicação do carteiro que a estrada não tinha saída.
---Ao chegar a localidade de Fuste, verificamos que já ali tínhamos passado de bike e nas mesmas circunstâncias, tendo solicitado água numa das três casas ali existentes.
---Desta vez, lá tivemos novamente de pedir água, porque cafés e fontes nem vê-los...no entanto, estávamos no caminho certo, apesar de ter um longo caminho para percorrer até chegar ao carro.
---Daqui para frente continuamos a subir por terra, no trilho do PR3, mas já conhecíamos o caminho. A diferença foi que não subimos sempre até as antenas eólicas e seguimos o trilho até o restaurante do Espinheiro, onde estivemos a falar com o proprietário e a saciar a sede, apesar de estarmos bem molhados da chuva.
---Como se fazia tarde seguimos em direcção ao topo da serra pela estrada, tendo os últimos quilómetros sido percorridos em estradão, por onde já tínhamos passado, mas no sentido inverso.
---Acabamos o passeio as 18h00, debaixo de chuva miudinha e com a sensação que uma avaria fazia-nos andar sem luz na serra.
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