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10 março 2013

III TRILHO DOS ABUTRES



Miranda do Corvo



Depois da participação no Trail dos Amigos da Montanha, no mini trail  com cerca de 25 km e depois do bichinho ter pegado, eu (Leandro Costa) o Hélder Coelho e a Filipa Barata decidi-mos procurar um Trail com uma distancia superior no sentido de experimentar fazer um UltraTrail.


A escolha recaiu no Trilho dos Abutres – Miranda do Corvo, Trail integrante do circuito nacional de ultra Trail e classificado como UltraTrail muito difícil, seriam 45 km aproximadamente com cerca de 5000m de desnível (+\-) a Filipa optou pela distancia mais curta cerca de 20 km.

No entanto nesse momento nem sonhava-mos pelo que teríamos que passar para chegar ao fim, no entanto como não somos pessoas de virar a cara á luta lá partimos para a batalha.





Antes de tudo preparativos para a prova em causa, um pouco diferentes do que se passa no BTT, existindo algumas obrigações a cumprir, nomeadamente material obrigatório que seria necessário levar:

- CamelBak ou Cinto com recipiente (s);
- Manta de Sobrevivência;
- Apito;
- T
elemóvel;
- Corta –Vento;
- Frontal;
- Recipiente com capacidade para um mínimo de 15cl.

À ultima hora a organização resolveu esse problema com a oferta de uma caneca de plástico a todos, o frontal tornou-se essencial como vou ter oportunidade de explicar mais á frente.


Antes da partida existiu um controlo zero para a verificação do material obrigatório, verificação essa
 junto de cada atleta para verificar se possuem o material, pois a prova desenrolar-se-á em zonas que atingem os 950 metros de altitude, com temperaturas que poderão ser negativas, propícias à existência nevoeiros, gelo e queda de neve, logo esse material ser essencial no caso de algo não correr da melhor forma.



Nos dias que antecederam a competição as condições meteorológicas não eram as mais favoráveis, dias a fio a chover torrencialmente o que encheu o piso de agua e encheu também bastante as ribeiras, sendo inclusivamente necessário a organização á ultima da hora alterar o percurso, o que tornou ainda mais complicada a prova, mas miraculosamente os deuses do tempo estiveram no nosso lado e no dia o tempo esteve impecável para a prática da modalidade nem uma gota de agua e o sol chegou inclusivamente a aparecer.





Sem dúvida que existe um ambiente muito saudável nestas competições de Trail, ambiente esse que se verificou também nesta prova em particular, convívio e bastante entreajuda, entre todos.


A partida foi dada pelas 08H40, junto ao Pavilhão Municipal de Miranda do Corvo, parte inicial rolante e logo de seguidas subida ao Cristo Rei da região ainda dentro da vila, de seguida entrada no interior do parque biológico, percurso muito interessante rodeado de animais, passagem depois por umas pontes em Madeira sobre o rio Dueça, entrada logo seguida numa floresta muito serrada e em trilhos com muita lama e sempre acompanhado de linhas de agua, local chamado Vale Feijão, realmente neste local lama até ao joelho, progressão difícil, no final deste local chegávamos sensivelmente ao km 6.


Depois disto estávamos quase no 1º abastecimento que estava colocado ao km 9, abastecimento colocado em Vila Nova, aqui ia-mos iniciar a primeira ascensão do dia que nos levaria a subir até aos 915 m de altitude, depois do descanso, iniciou-se a subida sempre por trilhos muito técnicos e com uma inclinação muito acentuada, na companhia de ribeiras e levadas que tornou muito difícil a progressão, passagem ainda pelos moinhos de agua da aldeia do Giestal, aqui tínhamos atingido em 15 km. 


Mais ou menos a meia da subida tivemos uma parte quase em plano que permitiu descansar um pouco e que nos levou até á Barragem das Louçainhas, de seguida depois de mais uns km numa floresta muito arborizada, chegada ao Parque Florestal das Mestrinhas, estavam completados cerca de 18 km, neste local estava instalado o 2º abastecimento.

Iniciava-se de seguida a parte final da subida, subida extremamente inclinada que nos havia de levar até ao Ponto mais alto mais de 900 m de altitude e chegada ao Parque Eólico, aqui terminava o que mentalmente tinha definida como as primeiras duas subidas dignas de registo, e o cansaço também já se começava a instalar, até porque neste momento já seguia sozinho, visto que o Hélder já se tinha posto em fuga á alguns km atrás.





Iniciamos nova descida, parte mais acessível do passeio maioritariamente a descer ou em plano sem grandes dificuldades técnicas, até que entramos num corta-fogo extremamente inclinado, quando falo inclinado, digo inclinado mesmo parar era quase impossível, é inacreditável, mas que no entanto permitia observar Coimbra e no horizonte algumas serras, como a da Serra da boa viagem ou Caramulo, mesmo com aquele grau de inclinação a velocidade com que alguns participantes descem, até que a descida continuou ribeira a dentro, sempre a descer no meio da ribeira, descida fantástica, aqui neste momento fui presenteado pela passagem de dois corços (vulgo bambys) altura que vai ficar para sempre na memoria, no fim da mesma saída para o estradão, que fez a ligação á Pista de Downhill, pista extremamente inclinada, descida bastante técnica em single-track, depois disto, chegada ao Santuário da Sra. Da Piedade de Tábuas, onde se encontrava o 3º Abastecimento, aqui neste local existia um limite de tempo para passar no mesmo e poder progredir o limite eram 5 h, quando passei neste ponto tinha cerca de 4h de prova e 24km.




Mas tudo o que desce também sobe e nesta zona sobe mesmo muito, dávamos início á segunda ascensão a mais de 900m de altitude, nesta zona sempre a subir e muita difícil tração, em virtude de ser sempre feita a acompanhar a Ribeira da Sra. Piedade de Tábuas, e porque neste momento também nos começaram a acompanhar as câimbras e dores musculares, o que valeu é que o local em causa era absolutamente fantástico, visto que durante a subida fomos brindados com inúmeras quedas de agua que apesar da dureza tornaram o percurso agradável, local a voltar noutra altura com melhores condições físicas para poder desfrutar do mesmo ao máximo.

Depois disto uma parte mais plana e de seguida entrada num estradão e de seguida numa pista de downhill, o trilho apesar de ser a subir, era possível fazer o mesmo a correr, mas como as forças já não eram muitas o mesmo foi feito todo a caminhar no sentido de ir gerindo a débil condição física, e nova chegada junto ao parque eólico e fim da subida estava novamente aos 900 m de altitude, km 31 e 4º abastecimento.



De seguida inicio da descida, 1ª parte em estradão, de seguida um serpentear de uma floresta e em single – track sitio muito bonito, depois disto entrada novamente numa pista de downhill, mas desta feita a descer, descida técnica bastante escorregadia, interrogava-me como é que é possível descer aquilo de bicicleta se a pé já era difícil, mas se calhar a minha opinião estava a ser influenciada pelo cansaço acumulado e falta de oxigénio no cérebro, nesta descida novamente o serpentear o rio, atravessar o mesmo constantemente de um lado para o outro, pedras escondidas e piso bastante escorregadio, tornaram complicada a descida, sem que fosse possível relaxar ou descansar, nem a descer era possível descansar ou será que já estava cansado demais para conseguir descasar?

Chegou a um momento em que vi Gondramaz e pensei estou a chegar, mas o pior ainda estava para surgir, faltava ainda subir ao Penedo dos Corvos, subida muito intensa, muito técnica, agarrado a cordas, muita pedra para escalar e transpor, foi complicado mas quando cheguei a Gondramaz sensação de alivio estava feita a ultima subida digna de registo e mais um objectivo alcançado 2ª parte da concluída, aldeia característica toda em Xisto e totalmente recuperada, aqui estava mais um posto de controlo e o 5º abastecimento era necessário passar aqui no máximo com 8 h de prova, passei com 07H15 e 35 km de distancia, penso eu, está quase, enquanto saboreio um chá de limão bem quente, isto agora é quase sempre a descer, que enganado que eu estava porque cheguei a uma altura em que nem descer, nem plano, nem a subir a coisa estava a ficar complicada, e a luz a começar a desaparecer.



Depois de mais uns minutos no abastecimento a tentar recuperar, iniciou-se mais uma descida, descida muito técnica mas de estrema beleza, mas novamente essa sempre acompanhado pelo rio a descida foi sempre feita com constantes travessias do rio, progressão lenta mesmo a descer, em virtude de a tração ser fraca e discernimento e o controlo do corpo muito débil, mas neste momento já nada me travava em chegar ao fim quer fosse a correr ou a caminhar, apanhar a viatura de apoio é que não, tinha que conseguir, realmente isto é um desafio físico extremo, mas também psicológico, parênteses feito, cheguei á aldeia de Espinho, com mais de 40 km e cerca de 08h50 de prova aqui o limite para passar eram 09H30, aqui também se encontrava instalado o 6º e ultimo abastecimento, aqui neste local pouco parei fui informado que agora seriam cerca de 6/7 km para o final, metade em terra e a outra metade em asfalto, aqui neste momento já dava tudo para poder correr um bocado em asfalto mas lá tive ainda que correr mais 3 km em terra  e lama e fui obrigado a ligar o frontal, que não é nada mais nada menos que uma lanterna para colocar na cabeça e que jeito que deu, porque escureceu completamente, e assim foi mais cerca de 4 km em terrenos numa mistura de estradas agrícolas com caminhos agrícolas, e o trilho na parte final a acompanhar a levada de agua, e finalmente começo a ver a luz ao fundo do túnel o que o mesmo será dizer que comecei a ver ao longe umas luzes de uma estrada, o que significava estar próximo de Miranda, a parte final do percurso foi feita com outro companheiro que também se encontrava em dificuldades, mas  ambos com uma vontade imensa de chegar ao pavilhão municipal.




 Parte final feita maioritariamente por uma ciclovia no interior de Miranda do Corvo, e pórtico da meta á vista, mas sem antes nos obrigarem a subir um pequeno desnível para chegar ao pavilhão, e objectivo concluído cerca de 10h20 depois e uma alegria enorme por ter chegado ao fim, alegria essa mascarada no meio da minha cara de sofrimento.




Realmente vai ficar para sempre na memoria este dia épico, pela conclusão da 1ª Ultramaratona, depois de termos realizado apenas um mini-trail antes, depois pela beleza do percurso e espectacularidade que a zona tem para nos oferecer, pelo maior empeno que levei em toda a minha vida, nem quando comecei a andar no BTT fiquei assim e por ultimo que realmente a mente controla tudo o resto e que quando metemos um objectivo na nossa cabeça dificilmente somos vencidos, e que o corpo não tem limites, os limites somos nós que os estabelecemos mentalmente, salvo se existir algum revês de natureza física que não nos permita continuar, se assim não for, tudo é possível, basta acreditar e querer, são premissas para que seja possível atingir qualquer objectivo, sinto que saí mais forte psicologicamente depois desta conquista, fisicamente já não o posso dizer o mesmo, visto que fiquei muito desgastado, mas durante a semana já deu para recuperar e voltar aos poucos aos treinos.



O Hélder Coelho, terminou a prova em 08H40, também com um grande empeno.




A Filipa Barata, foi fazer os 20 km e terminou com 04H02 e fresca que nem uma alface.





Parabéns a nós os 3 por termos concluído a prova em causa.


Depois disto descansar e depois apontar baterias para o NGPS em Arouca, para que tudo corra pelo melhor.


Leandro Costa

19 março 2010

SERRA DA LOUSÃ

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---Em semana de dias Mundiais da Árvore, da Floresta e ainda o dia da Água, nada como um pequeno passeio de bike à descoberta de uma Serra, com uma vegetação exuberante, uma paisagem deslumbrante, uma diversidade de cenários de pura beleza, rica em vida selvagem e fértil em regatos e fontes.
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---A Serra de Lousã, localiza-se no Extremo Sudoeste da Cordilheira Central, com o ponto mais alto aos 1202m, com várias aldeias em Xisto, perdidas no tempo, com as águas cristalinas do Rio Ceira serpenteando a serra e as várias praias fluviais, num imenso território a espera de ser explorado.
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---Motivos suficientes para uma visita!
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---Estava previsto sair de Gaia as 07h30, mas uma hora depois ainda estávamos de regresso a casa do Gigantones, porque tinha deixado o selim da minha bicla no passeio, quando a colocava em cima do carro.
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---Felizmente, ganhei o dia pois o selim ainda se encontrava no local.
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---As 10h30, eu (Vitokorov), Gigantones, o Coelho e o Leandro, começamos a pedalar por um trilho sacado da net pelo Jorge.
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---Logo estávamos um pouco apreensivos...sarilhos.

---O inicio do trilho supostamente passava pelo Castelo, que para não variar já conhecia, mas fazia questão em tirar uma foto com a bike junto do monumento, porém nenhum de nos viu qualquer castelo, nem mesmo por um canudo, que é como quem diz nem à distância.

---É o que faz o Guia ser o Gigantones!
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---Mal saímos da Vila, entramos num estradão no meio de mato em direcção aldeia de Vilarinho, sem grandes dificuldades.
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---Dez quilómetros depois chegamos a aldeia de Serpins, paragem para foto junto da ponte antiga sobre o rio Ceira e na praia fluvial da Srª da Graça.
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---Depois um singletrack ao longo do rio com muita vegetação.
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---Alguns metros mais à frente chegamos ao ponto alto do passeio, que se revelou uma surpresa agradável para todos, até mesmo para o Gigantones, que julgo que desconhecia este obstáculo no percurso.
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---Ou seja, o caminho atravessava o rio Ceira, o problema é que não havia nenhuma ponte naquele local e a passagem uma espécie de açude estava submersa.
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---Por isso a solução foi seguir o nosso Guia pela água gelada e com alguma corrente, mas com uma paisagem em redor espectacular.
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---É por estas coisas que não fico em casa....lol
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---Mal tínhamos ultrapassado este obstáculo surge outro...uma parede que nos obriga a carregar as maquinas.
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---Daqui começamos a subir por um estradão em terra, em direcção as aldeias de xisto, Albergaria, Comareira e Aigra Nova, onde fizemos uma paragem para um kit-kat...no meu caso uma sande deliciosa feita pelo presidente.
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---O estradão continuou a subir até a capela da Santo António da Neve (1174 m).

No antigo Cabeço do Pereiro, freguesia do Coentral, concelho de Castanheira de Pera, ergue-se uma capela em honra de Santo António. Como foi mandada construir por Julião Pereira de Castro, neveiro-mor da casa Real, passou o local a designar-se por Santo António da Neve.

...e o Leandro já seguia com dificuldades, farto de tanta subida...
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Neste local encontramos um património construído que desconhecíamos a sua utilidade, que levou a palpites curiosos...
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mas que numa pesquisa da net verifiquei tratar-se de....

POÇOS DA NEVE

onde se aproveitavam as baixas temperaturas para fabricar gelo por processos naturais e que depois era levado em carros de bois até ao Rio Zêzere e, posteriormente de barco até Lisboa.
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---No topo do Monte a paisagem em redor é espectacular....e carregada de eólicas.-


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---Quando pensávamos que tinham acabado as subidas, rapidamente verificamos que ainda tínhamos de subir até Trevim (1202mt).

---Os últimos 7km foram alucinantes a descer em direcção a Lousã a grande velocidade por uma estrada de asfalto, com curvas apertadas...
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Mesmo a terminar a descida arrebentou-me o pneu traseiro e só por pouco me livrei de mais uma queda aparatosa, tal era a velocidade que seguia.
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---Assim, para mim os ultimos metros até o local de partida foram feitos em passo de corrida e a empurrar a bike.
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O passeio terminou por volta das 18h00, com 70km nas pernas.
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Tipo de Percurso: BTT - circular - estradões
Partida e chegada: Posto da GNR de Lousã
Distância: 68 Km
Altitude Máxima:1202 m
Altitude Mínima:116 m
Dificuldade técnica: baixa
Dificuldade física: moderada

Época:Todo o ano (melhor na Primavera)

---Trilho com vegetação verdejante, por onde espreitam vários animais: veados, corços, javalis e muitas outras espécies, algumas raras e protegidas.

---Ainda bem que não fomos no Verão, pois com a minha sorte ainda era atacado por uma Cobra-bastarda ou víbora-cornuda, espécies que por ali abundam.

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Serra da Lousã (Ecobike)




SOS Emergência: 112; SOS Floresta: 117

Informação anti-venenos: 808 20 51 43

GNR de Lousã: 239 99 52 56

Bombeiros Voluntários de Lousã: 239 99 05 30

Centro de Saúde de Lousã: 239 99 51 87

Posto de Turismo de Lousã: 239 99 03 76
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    Lousã:

  • Paços do Concelho (séc. XX);
  • Pelourinho (séc.XX – neomanuelino);
  • Diversos solares no centro histórico (Casa da Quinta de Baixo, Palácio Viscondessa do Espinhal / Hotel, Casa de Cima da rua Nova, Casa de Baixo da rua Nova, Casa da Quinta do Cano, Casa S. Bento, Casa do Fundo da Vila, Casa da Quinta de Santa Rita, Casa do Comendador Montenegro, Casa da Lagartixa);
  • Capela da Misericórdia (séc. XVI);
  • Igreja Paroquial S. Silvestre (séc. XIX);
  • Castelo da Lousã (séc.XI/XIV) e Santuário Nª Sra. Piedade, conjunto de 4 capelas (S. João, Senhor da Agonia, Nª Sra. da Piedade e junto ao castelo a capela do Senhor dos Aflitos – Séc. XV-XX);

  • EcoMuseu da Serra da Lousã: Núcleo de doçaria e gastronomias locais, Lagar de Azeite Mirita Sales e Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques;

Não deixe de visitar ainda no concelho da Lousã, na freguesia de Foz de Arouce:

- onde o rio Arouce se junta ao rio Ceira;
- a Ponte Medieval sobre o rio Ceira (séc.XIV);
- o Padrão Comemorativo da Vitória Anglo-Lusa sobre o exercito francês de Napoleão;
- o Palácio dos Condes de Foz de Arouce (séc. XVIII).
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LOUSÃ
Meliá Palácio da lousã Boutique Hotel ****
(
www.palaciodalousa.com)Pensão Bem Estar Residencial
Avenida Coelho da Gama, n.º 11, 3200 Lousã
tlf. 239 991 445
Casa da Eira Apícola
(
www.casa-da-eira.com)
Quintal de Além do Ribeiro
Ceira dos Vales - Lousã (
www.alemdoribeiro.com)
Casa do Vale do Linteiro
Serpins - 239 404 3777 (
www.valelinteiro.com)
Casa Princesa Peralta
Talasnal - Lousã - 239 441 787 (
www.casaprincesaperalta.com)
Parque de Campismo Municipal de Serpins
239 971 141 (
www.campingserpins.com)
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GÓIS
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Casa da Cerejinha
Aldeia da Pena - 239 704 089
Casa do Nevoeiro
Aldeia da Pena - 239 704 089
Casa da Comareira de Góis
Comoreira - Góis - 235 778 644
Quinta da Simantorta
Simantorta - Álvares - 235 556 210
Casa São Francisco da Chã
(
www.casa-sfranciscoda-cha.com)
Parques de Campismo Municipal de Góis
235 778 585 (
www.goistur.com)

RESTAURANTES

Para mais informações consulte o site da Camara de LOUSÃ – posto turismo – tel. 239 990 040
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Aldeias de Xisto e Centros de BTT

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