18 fevereiro 2014
10 março 2013
III TRILHO DOS ABUTRES
A escolha recaiu no Trilho dos Abutres – Miranda do Corvo, Trail integrante do circuito nacional de ultra Trail e classificado como UltraTrail muito difícil, seriam 45 km aproximadamente com cerca de 5000m de desnível (+\-) a Filipa optou pela distancia mais curta cerca de 20 km.
No entanto nesse momento nem sonhava-mos pelo que teríamos que passar para chegar ao fim, no entanto como não somos pessoas de virar a cara á luta lá partimos para a batalha.
- CamelBak ou Cinto com recipiente (s);
- Telemóvel;
À ultima hora a organização resolveu esse problema com a oferta de uma caneca de plástico a todos, o frontal tornou-se essencial como vou ter oportunidade de explicar mais á frente.
Antes da partida existiu um controlo zero para a verificação do material obrigatório, verificação essa junto de cada atleta para verificar se possuem o material, pois a prova desenrolar-se-á em zonas que atingem os 950 metros de altitude, com temperaturas que poderão ser negativas, propícias à existência nevoeiros, gelo e queda de neve, logo esse material ser essencial no caso de algo não correr da melhor forma.
Mais ou menos a meia da subida tivemos uma parte quase em plano que permitiu descansar um pouco e que nos levou até á Barragem das Louçainhas, de seguida depois de mais uns km numa floresta muito arborizada, chegada ao Parque Florestal das Mestrinhas, estavam completados cerca de 18 km, neste local estava instalado o 2º abastecimento.
Iniciava-se de seguida a parte final da subida, subida extremamente inclinada que nos havia de levar até ao Ponto mais alto mais de 900 m de altitude e chegada ao Parque Eólico, aqui terminava o que mentalmente tinha definida como as primeiras duas subidas dignas de registo, e o cansaço também já se começava a instalar, até porque neste momento já seguia sozinho, visto que o Hélder já se tinha posto em fuga á alguns km atrás.
Iniciamos nova descida, parte mais acessível do passeio maioritariamente a descer ou em plano sem grandes dificuldades técnicas, até que entramos num corta-fogo extremamente inclinado, quando falo inclinado, digo inclinado mesmo parar era quase impossível, é inacreditável, mas que no entanto permitia observar Coimbra e no horizonte algumas serras, como a da Serra da boa viagem ou Caramulo, mesmo com aquele grau de inclinação a velocidade com que alguns participantes descem, até que a descida continuou ribeira a dentro, sempre a descer no meio da ribeira, descida fantástica, aqui neste momento fui presenteado pela passagem de dois corços (vulgo bambys) altura que vai ficar para sempre na memoria, no fim da mesma saída para o estradão, que fez a ligação á Pista de Downhill, pista extremamente inclinada, descida bastante técnica em single-track, depois disto, chegada ao Santuário da Sra. Da Piedade de Tábuas, onde se encontrava o 3º Abastecimento, aqui neste local existia um limite de tempo para passar no mesmo e poder progredir o limite eram 5 h, quando passei neste ponto tinha cerca de 4h de prova e 24km.
Depois disto uma parte mais plana e de seguida entrada num estradão e de seguida numa pista de downhill, o trilho apesar de ser a subir, era possível fazer o mesmo a correr, mas como as forças já não eram muitas o mesmo foi feito todo a caminhar no sentido de ir gerindo a débil condição física, e nova chegada junto ao parque eólico e fim da subida estava novamente aos 900 m de altitude, km 31 e 4º abastecimento.
Chegou a um momento em que vi Gondramaz e pensei estou a chegar, mas o pior ainda estava para surgir, faltava ainda subir ao Penedo dos Corvos, subida muito intensa, muito técnica, agarrado a cordas, muita pedra para escalar e transpor, foi complicado mas quando cheguei a Gondramaz sensação de alivio estava feita a ultima subida digna de registo e mais um objectivo alcançado 2ª parte da concluída, aldeia característica toda em Xisto e totalmente recuperada, aqui estava mais um posto de controlo e o 5º abastecimento era necessário passar aqui no máximo com 8 h de prova, passei com 07H15 e 35 km de distancia, penso eu, está quase, enquanto saboreio um chá de limão bem quente, isto agora é quase sempre a descer, que enganado que eu estava porque cheguei a uma altura em que nem descer, nem plano, nem a subir a coisa estava a ficar complicada, e a luz a começar a desaparecer.
19 março 2010
SERRA DA LOUSÃ
---A Serra de Lousã, localiza-se no Extremo Sudoeste da Cordilheira Central, com o ponto mais alto aos 1202m, com várias aldeias em Xisto, perdidas no tempo, com as águas cristalinas do Rio Ceira serpenteando a serra e as várias praias fluviais, num imenso território a espera de ser explorado.
---Motivos suficientes para uma visita!-
---É o que faz o Guia ser o Gigantones!
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---Mal saímos da Vila, entramos num estradão no meio de mato em direcção aldeia de Vilarinho, sem grandes dificuldades.
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---Ou seja, o caminho atravessava o rio Ceira, o problema é que não havia nenhuma ponte naquele local e a passagem uma espécie de açude estava submersa.
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---É por estas coisas que não fico em casa....lol-
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---Daqui começamos a subir por um estradão em terra, em direcção as aldeias de xisto, Albergaria, Comareira e Aigra Nova, onde fizemos uma paragem para um kit-kat...no meu caso uma sande deliciosa feita pelo presidente.
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No antigo Cabeço do Pereiro, freguesia do Coentral, concelho de Castanheira de Pera, ergue-se uma capela em honra de Santo António. Como foi mandada construir por Julião Pereira de Castro, neveiro-mor da casa Real, passou o local a designar-se por Santo António da Neve.
...e o Leandro já seguia com dificuldades, farto de tanta subida...
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---Neste local encontramos um património construído que desconhecíamos a sua utilidade, que levou a palpites curiosos...
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mas que numa pesquisa da net verifiquei tratar-se de....
POÇOS DA NEVE
onde se aproveitavam as baixas temperaturas para fabricar gelo por processos naturais e que depois era levado em carros de bois até ao Rio Zêzere e, posteriormente de barco até Lisboa.
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---No topo do Monte a paisagem em redor é espectacular....e carregada de eólicas.-
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---Os últimos 7km foram alucinantes a descer em direcção a Lousã a grande velocidade por uma estrada de asfalto, com curvas apertadas...
---Mesmo a terminar a descida arrebentou-me o pneu traseiro e só por pouco me livrei de mais uma queda aparatosa, tal era a velocidade que seguia.
---O passeio terminou por volta das 18h00, com 70km nas pernas.
Tipo de Percurso: BTT - circular - estradões
Partida e chegada: Posto da GNR de Lousã
Distância: 68 Km
Altitude Máxima:1202 m
Altitude Mínima:116 m
Dificuldade técnica: baixa
Dificuldade física: moderada
Época:Todo o ano (melhor na Primavera)
---Trilho com vegetação verdejante, por onde espreitam vários animais: veados, corços, javalis e muitas outras espécies, algumas raras e protegidas.
---Ainda bem que não fomos no Verão, pois com a minha sorte ainda era atacado por uma Cobra-bastarda ou víbora-cornuda, espécies que por ali abundam.
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| Serra da Lousã (Ecobike) |
SOS Emergência: 112; SOS Floresta: 117
Informação anti-venenos: 808 20 51 43
GNR de Lousã: 239 99 52 56
Bombeiros Voluntários de Lousã: 239 99 05 30
Centro de Saúde de Lousã: 239 99 51 87
- Paços do Concelho (séc. XX);
- Pelourinho (séc.XX – neomanuelino);
- Diversos solares no centro histórico (Casa da Quinta de Baixo, Palácio Viscondessa do Espinhal / Hotel, Casa de Cima da rua Nova, Casa de Baixo da rua Nova, Casa da Quinta do Cano, Casa S. Bento, Casa do Fundo da Vila, Casa da Quinta de Santa Rita, Casa do Comendador Montenegro, Casa da Lagartixa);
- Capela da Misericórdia (séc. XVI);
- Igreja Paroquial S. Silvestre (séc. XIX);
- Castelo da Lousã (séc.XI/XIV) e Santuário Nª Sra. Piedade, conjunto de 4 capelas (S. João, Senhor da Agonia, Nª Sra. da Piedade e junto ao castelo a capela do Senhor dos Aflitos – Séc. XV-XX);
- EcoMuseu da Serra da Lousã: Núcleo de doçaria e gastronomias locais, Lagar de Azeite Mirita Sales e Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques;
Lousã:
Não deixe de visitar ainda no concelho da Lousã, na freguesia de Foz de Arouce:
- onde o rio Arouce se junta ao rio Ceira;
- a Ponte Medieval sobre o rio Ceira (séc.XIV);
- o Padrão Comemorativo da Vitória Anglo-Lusa sobre o exercito francês de Napoleão;
- o Palácio dos Condes de Foz de Arouce (séc. XVIII).
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LOUSÃ
Meliá Palácio da lousã Boutique Hotel ****
(www.palaciodalousa.com)Pensão Bem Estar Residencial
Avenida Coelho da Gama, n.º 11, 3200 Lousã
tlf. 239 991 445
Casa da Eira Apícola
(www.casa-da-eira.com)
Quintal de Além do Ribeiro
Ceira dos Vales - Lousã (www.alemdoribeiro.com)
Casa do Vale do Linteiro
Serpins - 239 404 3777 (www.valelinteiro.com)
Casa Princesa Peralta
Talasnal - Lousã - 239 441 787 (www.casaprincesaperalta.com)
Parque de Campismo Municipal de Serpins
239 971 141 (www.campingserpins.com)
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GÓIS
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Casa da Cerejinha
Aldeia da Pena - 239 704 089
Casa do Nevoeiro
Aldeia da Pena - 239 704 089
Casa da Comareira de Góis
Comoreira - Góis - 235 778 644
Quinta da Simantorta
Simantorta - Álvares - 235 556 210
Casa São Francisco da Chã
(www.casa-sfranciscoda-cha.com)
Parques de Campismo Municipal de Góis
235 778 585 (www.goistur.com)
Para mais informações consulte o site da Camara de LOUSÃ – posto turismo – tel. 239 990 040
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Aldeias de Xisto e Centros de BTT
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