- - ---Pelas 16h00, eu (Vitokorov), o Henrique (Kiko), o Jorge (Gigantones), o Leandro (Mr. President), o Mário (Marito) e Vítor (Tojo), saímos de Gaia, com destino à Bemposta, no Mogadouro, para participar no 4º Trilhos do Douro Internacional da Bemposta, do dia 11Abril.
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---Antes, paragem na localidade de Jerusalém do Romeu, cerca de 12km de Mirandela (170km do Porto) , onde nos encontramos com o grupo da Sodhisa, que também iam participar no evento, para jantarmos no restaurante Maria Rita, um dos mais afamados restaurantes da região.
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---No Largo principal da vila uma pequena capela, onde o Gigantones seguindo velhos vícios, não perdeu tempo a tocar o sino, provocando alarme num habitante, que não achou muita graça à brincadeira.
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---O restaurante no centro da vila, frente a um jardim e a uma capela é propriedade da família Clemente Menéres e integra-se numa quinta agrícola, que já foi estalagem, mas mais parece um solar de família transmontano, com mobiliário antigo e mesas enormes para refeições em grupo.
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---Os petiscos são bacalhau à Romeu, feijoca transmontana (feijoada com feijões grandes), bifes na caçarola, alheira caseira na brasa e lombo, bem regados com o 3º melhor azeite do Mundo (biológicoRomeu).
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---Comida com qualidade suficiente para saciar o apetite de qualquer um.
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---A sobremesa foi leite creme, mousse de chocolate e pudim...foi um fartote de calorias.
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---Seguiu-se uma caminhada para conhecer a pequena vila, com o cicerone o Vítor Couto, (mega atleta da Shodisa) com casa na localidade.
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---Como havia muita caloria acumulada fomos andando por uma estrada sem qualquer iluminação em direcção ao topo do monte.
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---Pelo caminho ainda deu tempo para o Marito atirar o Tojo para a valeta a ver se eliminava a concorrência...para chegar na frente dos ecobikers.
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---Como já se fazia tarde, especialmente para os elementos da Sodhisa, que viajaram com a família e para nós que ainda tínhamos uma viagem pela frente, terminamos o convivo pelas 22h30.
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---Infelizmente, chegamos a esta localidade já tarde para visitar a igreja matriz, a ponte desactivada do comboio da linha do Tua e o Museu das Curiosidades, com objectos curiosos utilizados no dia-a-dia dos finais do Séc. XIX e princípios do Séc. XX, entre os quais uma bicicleta que ainda não tive o prazer de pedalar.
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---Foi mais 1h30 de viagem para fazer 90km até a localidade de Sendim - Miranda do Douro, onde o Henrique, conseguiu quartos para os 6 e arrumos para as bikes, na Residencial Gabriela, com uma senhora simpática, que se levantou mais cedo para nos servir o pequeno-almoço antes da hora.
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---Mas o que deixou os meus amigos fascinados foi o quadro da proprietária da pensão...vai-se lá saber porquê... (foto no álbum abaixo).
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---O despertar foi pelas 07h00, para pequeno-almoço e mais uma viagem até ao local do evento, mas desta vez para um curto trajecto de 12km.
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---Quando era suposto a prova começar as 09h00, afinal teve início uma hora depois.
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---O Tojo como não podia deixar de ser foi colocar-se na linha da frente do pelotão na partida, para ganhar lugares na classificação.
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---O início da prova foi em asfalto durante cerca de 3km, com os inevitáveissprints de alguns para chegar à frente.
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---Depois passamos por um troço desagradável, com muita lama e encoberto pela vegetação, para tornar a progressão mais difícil.
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---Como seria de esperar o nosso grupo dividia-se entre os bem preparados fisicamente (Tojo, Marito e Jorge) e os menos (Henrique, vitokorov e Leandro ), pelo que seguíamos nesta ordem.
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---O passeio só melhorou a partir dos 15km, altura em que deixou este tipo de piso e passou a estradão com algumas dificuldades técnicas.
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---Momento para eu brilhar na única subida digna de esse nome e carregada de pedras soltas, em que seguiam todos a empurrar, entre eles o Marito e o Henrique e eu lá foi fazendo um ziguezague entre os participantes, dado que a maioria nem se desviava para deixar passar. Enfim...
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---Logo a seguir a esta subida um ponto negativo para organização que colocou o 1º abastecimento liquido (15km), apenas águas, no inicio de uma descida comprida, sinalizada como perigosa e com um elemento a tentar parar/avisar os participantes que tinham de parar, para agrafar o dorsal, como forma de controlo, quando podiam ter feito antes ou depois da descida.
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---Numa descida rápida lá encontrei o Tojo na berma com um furo num pneu continental, na sua primeira utilização...são mesmo bons...aaahh, e a ser auxiliado pelo Gigantones, mas continuei caminho porque vi que o problema estava resolvido.
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---Próxima paragem aos 30km, no reforço, que foi bem escolhido o local, junto da Torre de Menagem do Castelo de Mogadouro.
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---Desta vez, a paragem foi pelos minutos suficientes para saciar a fome, que eu já sentia e para umas fotos no castelo.
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---Aqui seguimos os 4 juntos, tendo o Henrique e o Leandro ficado para trás. Mas, foi por pouco tempo, porque os homens iam a pedalar forte, aproveitando que voltamos aos estradões sem dificuldade e eu lá fui ficando.
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---Aos 47km, já na companhia do Gigantones, chegamos freguesia de Tó, onde nos esperava o tão afamado banquete de comida, com javali no pote, entrecosto, alheira assada, moelas, presunto, chouriço, frutas, sumos, etc, só faltava a cerveja e o café, mas isso era a pagar e infelizmente nenhum de nós levou carteira.
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---Muito bom!
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---Mas fiquei bem cheio....o que não houve problema porque ficamos ali parados 47minutos a espera do Henrique, que a uma avaria decidiu juntar uma queda.
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---Depois fizemos os 4 últimos km`s em ritmo de passeio, com paragem para algumas fotos e deu inclusive para retirar alguma lama da minha bike e do meu corpo, num fontanário.
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---Mas antes, ainda passamos por uma calçada em pedra a descer para a ponte Romana de Lamoso, muito interessante e a requerer alguma técnica.
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---Terminamos o passeio com 62km nas pernas em 03h51.
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---Relativamente ao percurso do passeio tem muito estradão, alguns metros em asfalto como ligações e pequenos percursos técnicos com muita pedra.
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---Dificuldade física baixa, sem grandes desníveis, decorre na sua maior parte num planalto, pelo que paisagisticamente achei muito fraco.
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---Ainda esperava ver o rio Douro, nem que fosse ao longe, mas nada.
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---O pior do passeio ocorreu na hora do banho, apenas um balneário para os homens, com 8 chuveiros e com meia dúzias de cadeiras para todos os participantes, sem bengaleiros, tapetes e escoamento da água....resultado um rio de lama...e um problema para tomar banho...
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---Almoço num restaurante local, com um prato típico bulho de cascas, que sem alternativas deixou alguns com fome, especialmente aqueles que não pararam no último reforço.
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---Pelas 16h00, iniciamos o regresso a nossas casas, num fim-de-semana muito interessante e bem acompanhado, pelo que podem sempre contar comigo, desde que não seja para repetir um passeio ou numa localidade que já conheça....mas isso já voçês sabem.
------Os casos não previstos neste Regulamento, assim como todas as eventuais dúvidas originadas pela sua interpretação, serão analisadas e decididas pela Comissão Organizadora do passeio.
---Por isso programei uma volta ligeira, já que não pegava na bike há uma eternidade.
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---Assim, uma coisa fraquinha passava por um percurso de estrada...
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---As 10h00, com um dia maravilhoso de sol, começamos o passeio no centro de Pombal, com subida ao castelo.
---Alguns minutos para fotos e seguimos destino.
---Rapidamente o zequinha do presidente decidiu alterar o trajecto que eu tinha planeado, porque o seu gps indicava um caminho diferente para a localidade de Soure.
---A única vantagem desta alteração foi circularmos por uma artéria com pouco movimento de carros.
---Uns quilometros antes de Soure, percorremos um estradão junto ao rio Arunca. ---Mais fotos junto do castelo em ruínas e uma paragem para pequeno almoço.
---Mais uns quilómetros por estrada até a localidade de Tapeus, no sopé da Serra de Sicó, onde entramos num estradão coberto cascalho.
---Começaram as subidas (100m até 385m) e as minhas dificuldades enquanto o Gigantones desesperava à minha espera.
---Quando estávamos quase junto das eólicas, seguimos por um caminho que voltava a descer e a subir novamente, que desta vez me obrigou a desmontar e a empurrar a bike, tal é o meu estado miserável.
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---O caminho continuou por vários quilómetros em estradão largo e sem grandes dificuldades técnicas.
---Após a localidade de Chanca, voltamos a subir para o topo de um pequeno monte, por um trilho em rocha, onde se encontravam praticantes de parapente.
---A descida foi feita por um single track, com muitos desníveis e pedra solta, mas que conseguimos fazer em cima da maquina.
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- ---Continuou mais uns metros por um estradão rápido e muito técnico devido as irregulariedades do terreno e pedras espalhadas pelo caminho até chegar ao asfalto, que aproveitamos para percorrer até a localidade mais próxima, para comer uma sande num café.
---Apesar do trilho continuar em estradão e passar por dois monumentos as ruínas do castelo de Germanelo e as ruínas da Vila Romana de Rabaçal, antes de chegar ao próximo castelo em Penela, optamos por seguir por estrada, pela N347 ou IC3, porque se fazia tarde pois ainda tínhamos de ir trabalhar e já íamos com 50km.
---Pelas 16h00, com 61km chegamos a Penela e fomos directos ao ex-libris (Castelo de Penela - sec. XI, que se ergue num penhasco e que fazia parte da linha defensiva do Mondego e que no seu interior tem a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens se prendem ao séc. XII. ) para as fotos da praxe e uma pequena volta pelo centro da vila.
- Igreja de São Miguel
---O Foral de 1137 refere já a existência de uma igreja. O templo que hoje se pode apreciar resulta de uma grande intervenção efectuada na segunda metade do séc. XVI.De salientar:A Capela-mor, toda ela revestida de talhas barrocas, na maioria do séc. XVII ou início do séc. XVIII. A imagem da Senhora com o Menino, esculpida por João de Ruão nos meados do séc. XVI (1530/1540).
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--- Pelourinho de Penela - Monumento classificado
---Este Pelourinho remonta à época medieval e compõem-se de uma coluna de fuste oitava do, da pinha e de três degraus. Inicialmente colocado no meio da praça da vila, hoje encontra-se na Rua 25 de Abril.De salientar:O conjunto das quatro hastes de ferro que imitam serpentes e que suspendem da boca as argolas. Possui dois brasões semelhantes que representam, eventualmente, o brasão de armas do Concelho de Penela.
---Por esta altura foi tempo de verificar no gps qual o caminho mais curto para Pombal e o resultado deixou me preocupado, pois indicava mais 50km.
---Assim, rapidamente seguimos pela IC3 e em Condeixa, fomos pela N1, que devido ao stress de chegar dentro do horário a Pombal, nem ligava ao transito constante.
---Quase a chegar ao destino verificamos que íamos conseguir fazê-lo dentro do horário, pelo fizemos mais uma pausa para lanche.
---Terminamos o passeio ligeiro com 103 kms em 5h40m.
---Aproveitando a promessa de um domingo solarengo, apesar de no inicio da manhã o tempo estar bastante fresco, a Ecobike representada pelo Presidente, TóJó, Marito e H. Santiago e após algumas dúvidas da presença do presidente, (só possível graças a doença do filho), deslocamo-nos ao Marco de Canaveses para participar na 4ª edição BTT Trilhos do Marco.
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---Já depois de equipados e prontos para a prova, eis que damos de caras com dois amigos da concorrência (Bike17Eco) prestigiada organização de “mancos”, Sousa (Trepador) e Pimenta (Saca Saca).
- ---A prova, tal como anunciado pela organização, era catalogada como dificuldade média/alta em termos físicos e técnicos, pois do km 3 ao km 14, foi uma subida bastante dura, com algumas paredes, feita na maior parte em piso de terra rolante, alguns trilhos pedestres e estrada, com passagens pelo percurso pedestre PR1 - "Pedras, Moinhos e Aromas de Santiago".
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---Como saí na frente do pelotão, não apanhei os habituais engarrafamentos e consegui ser o primeiro da Equipa até ao Km 5, altura em que passou por mim o TóJó no seu ritmo certinho e depois pelo Marito ao Km 6.
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---Depois foi manter o meu ritmo e aguentar a subida.
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---O meu amigo Santiago fez a prova ao seu ritmo, mas constou que não estava no seus melhores dias, devido a abusos alimentares no dia que antecedeu a prova.
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---Contudo, o Santiago conseguiu chegar à meta quase ao mesmo tempo do Mário, pois este para não variar perdeu-se na descida e segundo o próprio relatou fez mais dois Kms, pois falhou uma viragem e foi parar à margem do Rio Ovelha.
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---Eu estou em crer que é desculpa, a verdade é que a dada altura da descida ele passou por um caprino, com uns grandes sacos reprodutores e não resistiu a ir ver mais de perto e sabe-se lá fazer mais o quê.
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---Em termos gerais uma prova bem organizada, evidenciando-se o enorme trabalho para estar ao mais alto nível, cruzamentos bem controlados e logística muito boa, acessos e banhos bons, comida excelente, brindes e lembranças do melhor que já vi.
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---Apenas o reparo de que ao nível do percurso, a região tem melhor para mostrar e a organização podia e devia ter feito um percurso melhor.
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---Para finalizar, resta dizer que foi mais um dia bem passado entre amigos e com mais uma coça no corpo…
---Por isso, decidi deixar-vos aqui algumas informações acerca do Concelho, especialmente para os que não conhecem a zona e vão aproveitar para um passeio em família.
IDANHA-A-NOVA (espera por ti)
---Não há muitos lugares com tantas histórias para contar, tantas riquezas para descobrir, como este Concelho.
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---Aqui viveram os primeiros seres vivos da terra, imortalizados nos fósseis de Penha Garcia e os primeiros homens de que há memória, guardada em valiosos testemunhos arqueológicos.
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---Aqui estiveram os Romanos, que fundaram a Egitânea, na grande via que ligava Mérida a Bracara Augusta.
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---Hoje, é um retrato fiel de milhares de anos de história, de civilizações antigas, de todas as invasões, conquistas e reconquistas.
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---Em idanha-a-Nova há 17 localidades perfeitamente preservadas à tua espera, o magnífico património natural do Tejo Internacional, as Termas de Monfortinho, com um dos melhores balneários da Europa e condições excepcionais para a prática de desporto na natureza.
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---De remoto e isolado é o cenário ideal para quem procura o descanso ou aventura e lazer:
Circuito dos Castelos: Monsanto, Penha Garcia, Salvaterra do Extremo, Segura, Idanha-a-Nova e Rosmaninhal.
Igrejas Matrizes das 17 freguesias
Capelas e Ermidas
Cristas quartzíticas de Penha Garcia
Inselberg granítica de Monsanto
Os percursos dos rios
Admirar os 8 Pelourinhos do concelho: Idanha-a-Velha, Monsanto, Penha Garcia, Proença-a-Velha, Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo, Segura e Zebreira.
TERMAS DE MONFORTINHO
---Em redor da nascente de água medicinal conhecida por Fonte Santa, situa-se um dos melhores complexos Termais da Europa.
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---As águas silicatadas, com alto teor de anidrido carbónico e de acidez são indicadas para doenças biliares e intestinais, cutâneas e ainda do foro reumatológico e ginecológico.
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---A reputação das suas águas «santas» (a que hoje chama-mos de «hipomineralizadas» remonta ao período da romanização. Mas foi apenas em finais do sec. XIX, princípios do sec. XX, que o balneário termal nas faldas de Penha Garcia, bebendo do rio Erges, floresceu realmente.
NATUREZA
---Terra abençoada pela natureza, no seu estado mais puro, com muito para lhe oferecer.
---Parque Natural do Tejo Internacional, um dos mais importantes da Europa, onde coexistam harmoniosamente centenas de espécies animais e vegetais.
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GASTRONOMIA
---Comece por saborear os pratos de peixe de água doce, como:
Peixe
- achigã frito com arroz de tomate
- migas de peixe
Carne
- Sopa de matança
- ensopado de borego
- javali ou veado
- a perdiz de escabeche
- arroz de lebre
- espargos silvestres à moda de Idanha
Doces
- papas de carolo
- arroz doce
- broas de mel, bolos de leite, esquecidos, bolos de azeite,
MONSANTO
---Monsanto é destino obrigatório dos roteiros de aldeias mais originais e preservadas do país, não tivesse sido considerada "A aldeia mais portuguesa de Portugal!".
---Situa-se a 25km da sede do concelho (Idanha-a-Nova) e a cerca de 45km de Castelo Branco.
---Monsanto deslumbra pela sua posição num abrupto cabeço, pela harmonização e interpenetração das suas casas com os rochedos graníticos, pela sinuosidade das suas ruas estreitas, pela riqueza dos elementos arquitectónicos e decorativos que se nos deparam em cada esquina e pela firmeza do seu castelo roqueiro que, lá do cimo (758m), domina amplos horizontes.
---A aldeia de Monsanto é uma verdadeira sinfonia de granito, de engenho e de arte. Umas vezes são lajes de granito a servirem de chão, outras são enormes penedos a servirem de parede ou de telhado. Referência paradigmática é a "casa de uma só telha" (observável na subida para o castelo).
---Monsanto encanta, também, pela originalidade do seu artesanato - os adufes, as marafonas e as rocas, pela riqueza das suas histórias e lendas e, ainda, pela grandiosidade das suas festividades de cariz popular.
---Entre as festividades há que salientar a Festa das Cruzes ou Festa do Castelo (a 3 de Maio ou no fim-de-semana seguinte).
PERCURSO URBANO (A força da pedra)
Igreja matriz ou de S. Salvador (séc. XVIII);
Castelo Medieval, de origem romana mandado reconstruir por Gualdim Pais.
No interior amuralhado do castelo, econtra-se a "Cisterna", Torre de Menagem e Igreja de Santa Maria do Castelo.
Capela românica de S. Miguel
rodeada de um interessante cemitério de sepulturas escavadas no granito;
Capela do Espírito Santo (renascença)
Torre do relógio ou Torre de Lucano
(torre sineira onde foi colocada uma réplica do "Galo de Prata" troféu atribuído aquando da sua classificação de "Aldeia mais portuguesa" em 1938).
Capela de S. Pedro de Vir-a-Corça (Vila Corça) (séc. XIII) foi reconstruída por diversas vezes e onde se destaca a rosácea.
Casas tradicionais harmoniosamente enquadradas na paisagem.
Calçadas Romanas.
Pelourinho
Ponte Romana, forno, gruta, casa do Guarda, casa dos Governadores, Torreão, 13 tigelas, campanário, etc.
IDANHA-A-VELHA
---A leste de Idanha-a-Nova surge, qual sonho de arqueólogos e historiadores, Idanha-a-Velha uma autêntica aldeia museu.
---Situa-se a 15km da sede do concelho (Idanha-a-Nova), a 12 de Monsanto, a 30 das Termas de Monfortinho e a 48 de Castelo Branco.
---Ocupa um meandro da margem esquerda do rio Pônsul, afluente da margem direita do rio Tejo.
---Idanha-a-Velha foi a distinta e próspera cidade romana Civitas Aegitidanorum (documentada desde o ano 16 a.C.), tornando-se, por isso, referência obrigatória de todos os roteiros arqueológicos de Portugal.
---Um pouco por toda a parte encontram-se testemunhos de outras épocas. Passear em Idanha-a-Velha é passear na História, por entre romanos, visigodos e árabes, guerreiros medievais, cavaleiros do Templo e "senhores da terra".
---Do vasto património existente, destaque-se a Catedral (primitivamente erigida sobre um templo paleocristão, foi posteriormente basílica visigótica; hoje, acolhe um dos conjuntos epigráficos mais importantes relativamente ao período da permanência romana na Península).
---E, para além do que a vista alcança, as gentes de Idanha-a-Velha, que esperam sempre por quem chega disposto a dois dedos de conversa, sendo hospitaleiras e conhecedoras de histórias e lendas fantásticas, como as do "Rei Wamba".
--(Egitânia – antiga cidade romana já referenciada no séc. I a.C., actualmente estação arqueológica de inegável valor) .
- Basílica paleocristã de três naves, mais tarde visigótica.
- Ponte romana sobre o Pônsul.
- Passagem a vau por cima de marcos de pedra
- Sepulturas escavadas na rocha
- Torre de menagem e muralhas
- Igreja matriz e pelourinho
- Lagar de Varas
- Lagar romano
- Casas tradicionais.
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---Comece o percurso na Porta Nova, vire a esquerda e siga até um largo com o pelourinho manuelino e uma casa com a cruz da Ordem de Cristo.
---Siga para a catedral que alberga um importante conjunto de lápides, algumas do séc. I.
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---Na parte inferior das paredes, repare nos silhares graníticos do período visigótico.
---A porta sul foi feita com materiais reaproveitados de edifícios romanos, sendo visível restos de uma inscrição dedicada à deusa Juno.
---Na fachada poente, o portal manuelino corresponde à última intervenção no templo.
PENHA GARCIA
---Torre e vestígios do castelo medieval (séc. XIII) de onde se desfruta uma paisagem espectacular das fragas quartzíticas da "brecha" do Pônsul.
- Pelourinho (séc. XVI) - Capela do Santo Espírito - Igreja Matriz (construção recente) pode-se admirar uma imagem, de raríssima beleza, da Srª. do Leite, escultura de pedra do Sec. XV classificada como monumento nacional; - Casas tradicionais, em escadaria, num labirinto de ruelas, principalmente na parte mais cimeira da localidade. -
---Parque Natural inserido na Rede Global d e Geoparques da UNESCO, procura promover a conservação, a educação e o turismo ambiental.
---O seu riquíssimo património geomorfológico, geológico e paleontológico estende-se de Idanha-a-Nova a Vila Velha de Rodão, oferecendo um conjunto de rotas pedestres que respeitam temáticas relacionadas com o património natural.
Fados de Coimbra, Tertúlia Académica Sons do Mondego
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14,15, e 16
Idanha-a-Velha
Festa em Honra da Nossa Senhora da Conceição
16
Proença-a-Velha
VIII Festival das Sopas Tradicionais
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PERCURSOS PEDESTRES
PR 1 - "Na Rota dos Abutres" - Salvaterra do Extremo
10,5 km = 3 a 4 horas - Dificuldade: baixa/médio
PR2 - "Rota da Egitânea"
Partida e chegada Parque de Campismo de Idanha
8,5 km = 2,5 horas de duração
PR 3 - "Rota dos Fósseis" - Penha Garcia
partida e chegada - Largo do Chão da Igreja; 3 km
PR 4 - "Rota das Minas" - Segura
Partida e chegada - Posto de Turismo
10 km = 3 horas de duração; Dificuldade - baixa
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"Rota dos Veados"
---É um percurso de grande rota (53km), no coração do Parque Natural do Tejo Internacional, que começa e acaba na freguesia de Rosmaninhal.
- GR12 - "Rota da Idanha" - Idanha-a-Nova - Termas de Monfortinho
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---Apesar de não pertencer ao concelho de Idanha, recomendo uma visita a:
SORTELHA (67km de Idanha), que engloba a Rota das Aldeias Históricas.
---Uma vila fronteiriça medieval, com foral concedido em 1228.
---No ponto mais elevado, sobranceiro ao vale e na vertente mais inacessível, situa-se as muralhas da aldeia. Mandadas edificar por D. Sancho I, em 1187, erguem-se com enormes penedos dispostos em forma circular, ganhando a forma de um anel, com o Castelo, bem marcado pela Torre de Menagem.
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---No seu interior ainda se pode ver a Cisterna, Pelourinho, uma Porta Falsa ou da Traição, a varanda de pilatos (um balcão com matas-cães, aberturas para lançamento de líquidos em ebulição) e a Torre do Facho, adossada à muralha.-
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---Tal como Monsanto é uma verdadeira aldeia de granito: deste material são as casas, as muralhas do castelo e o pavimento das ruas.
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---Situa-se a 12km da sede do concelho, o Sabugal, e a 38 km da Covilhã.
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---D. Sancho Imandou aqui erguer um castelo, em 1187, tirando partido, para efeitos de observação e defesa, do alto cabeço que domina os campos em redor (760m).
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ALOJAMENTOS:
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Casa de Campanário
tef. 271 388 198
Casa da Vila
telf. 271 388 113
Caverna do Viriato
telf. 271 388 198
Turismo Rural
Casa da Lagariça
Telf. 271 388 116
Casa da Calçada
Telf. 271 388 116
-
Casa da Cerca
Tel. 271 388 113
Casa do Páteo
tel. 271 388 500
RESTAURANTE
D. Sancho
Largo do Corro
Celta
Rua Dr. Pereira Neves, n.º 10
Palmeiras
Tel. 271 388 260
---Se seguir para a sede do concelho, a vila do SABUGAL, poderá visitar o seu interessante castelo medieval.
---Com uma torre de menagem única de cinco quinas, o seu castelo é o mais imponente de todas as construções medievais do concelho.
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BELMONTE
---Na serra da Esperança, a 615m de altitude, o castelo medieval, assegurava a linha defensiva do Alto Côa, tornada obsoleta pelo Tratado de Al canices (1297).
---No seculo passado, foi revelada a presença de uma comunidade Cripto-Judaica muito antiga em Belmonte, terra hoje considerada como capital das judiarias espalhadas pelas Beiras.
---Aqui nasceu Pedro Álvares Cabral e as referências aos Cabrais estão disseminadas pela toponímia.
---Visite a Judiaria, o Museu Judaico, a Sinagoga, o Castelo, a Igreja de Santiago, o Panteão dos Cabrais, o Ecomuseu do Zêzere e o Museu do Azeite (encerram a segunda-feira).
---Para quem marcou férias não será de todo má ideia uma visita ao Alto Alentejo e apesar da distancia de 138km de Idanha-a-Nova aconselho uma visita à vila fortificada de Marvão.