25 dezembro 2010

ALDEIAS CRIANÇAS SOS

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E assim passou o Natal, não sem antes o ECOBIKE ter ido à Aldeia SOS de Gulpilhares entregar os donativos recolhidos no passeio das luzes de natal.
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Infelizmente não foi possível nenhum Ecobiker ter ido à instituição no papel de Pai Natal, porém,
a sua direcção desempenhou com muito gosto essa missão.
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No dia 21, fomos recebidos pela Drª Catarina Dantas, que muito simpaticamente nos deu a conhecer melhor as Aldeias de Crianças SOS de Portugal e em particular aquela.
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Na Aldeia de Gulpilhares vivem 39 crianças e jovens de idades compreendidas entre os 5 e 20 anos, com as suas 6 mães SOS.
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A Instituição em causa funciona em regime aberto, pelo que as crianças são integradas na comunidade, nomeadamente frequentam as escolas da área.
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Dentro da Aldeia estão distribuídas por núcleos familiares, onde tem a figura da (mãe ou tia), conforme preferirem, pessoa essa contratada pela Aldeia e que desempenha esse papel 24 horas por dia, mas que tem as suas folgas e férias como qualquer funcionário.
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A Instituição possuí ainda uma ca
sa, onde os jovens (para já só do sexo feminino), maiores de idade e que já se encontram em fase de emancipação podem viver sós e onde já são autónomas.
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Para terminar cumpre especificar que ajuda em unidades foi:
  • comida = 60
  • Roupa = 151
  • calçados = 7
Brinquedos-
  • peluches = 66
  • pequenos bonecos = 62
  • carrinhos = 59
  • bonecas = 38
  • bebés = 19
  • bolas = 16
  • jogos = 15
  • consolas = 5
  • dvd = 3
  • outros = 14
  • mochilas = 12
  • livros = 19
  • material escritório = 75


-Ajude as crianças a ter uma infância feliz!


19 dezembro 2010

PASSEIO DE NATAL





Quem suspeitava que o Pai Natal pudesse não existir teria tido a oportunidade de dissipar todas as dúvidas ao passar pela Avenida dos Aliados no passado dia 10 de Dezembro.

O Passeio das Luzes de Natal deste ano foi iluminado, não pelas tradicionais luzes de Natal das ruas das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, mas pelos cerca de 80 participantes que deram luz e cor a mais esta iniciativa da Ecobike.

Este passeio, inserido na quadra natalícia, foi mais uma vez assegurado por diversos efectivos que compõem esta animado grupo de amantes do BTT.


Sim, porque a “nata” deste conjunto de profissionais está sempre no terreno, independentemente das condições atmosféricas.




E até o S.Pedro colaborou, proporcionando aos vários entusiastas uma noite quase Primaveril.




Este Passeio das Luzes de Natal ficou, de facto, aquém das expectativas no que se refere á iluminação pois a mesma faltava nas diversas artérias percorridas.


Quem colaborou e animou os diversos participantes foi o Metro do Porto, qual luz ao fundo do túnel, aquando da passagem pela Ponte de D. Luís, a caminho de Gaia.

Foi bonito, e um espectáculo agradável de se ver, o pânico estampado na cara dos que se viram perseguidos pelo simpático condutor de Metro que apitava efusivamente ao longo do tabuleiro da centenária ponte.

No entanto, tudo teve início por volta das 20h30m, procedendo-se á inscrição dos diversos participantes que, por apenas 3€, desfrutaram do passeio tendo retemperado as forças com Bolo Rei e Vinho do Porto.



De realçar a vertente solidária que alimentou este evento. E foi com este espírito que diversos participantes, quer de bicicleta quer a pé, deram o seu donativo através de géneros alimentares e brinquedos que farão, de certeza, o sorriso de muitas crianças que fazem parte da entidade “Aldeias de Crianças SOS” neste Natal de 2010.




Vestidos a rigor e com a oferta do gorro de Pai Natal os entusiastas foram guiados na noite através de diversas artérias do Porto e Vila Nova de Gaia pelos “duendes de Natal” Gigantone, Kiko, Leandro, Marito, Tojó, Couto e Wingman.



Desde a Avenida dos Aliados até á Rua de Santa Catarina, passando pela Praça da Batalha a primeira parte culminou na Serra do Pilar onde a paisagem ímpar, das duas cidades em comunhão, presenteou todos os presentes.

Descemos, então, para a Ribeira de Gaia onde, nas magníficas instalações da Gaiurb , cortesia do Presidente da Junta, desfrutamos do tradicional Bolo-rei e Vinho do Porto.






Procedeu-se então ao sorteio de diversas lembranças que recompensaram alguns dos afoitos participantes.



No final todos manifestaram a vontade de continuar a acarinhar esta iniciativa que é o reflexo de grande empenho, dedicação e profissionalismo de todos os que trabalharam arduamente em mais um Passeio das Luzes de Natal.


Esta iniciativa foi coroada com o sucesso a que a Ecobike já nos habituou tendo-se destacado o vitokorov como mentor deste projecto, o árduo trabalho na organização do Gigantones e Kiko, a logística sempre excepcional do Narsico e do duo feminino que assegurou as cobranças,

a animação a cargo do “Couto Natalício”

e o risco físico e emocional assumido no corte do trânsito nos diversos cruzamentos pelo Wingman, o Marito , o Coelho, o Dias, o Leandro e o Tojó.

Um forte abraço e bem-haja.

Feliz Natal 2010 para todos vocês.
Fernando Castro Wingman

16 dezembro 2010

TRAVESSIA SERRA ESTRELA


(crónica atrasada)

Continuando com o que estava planeado para esta altura da época, baseado em treinos em altitude, decidimos desta feita fazer mais uma vizita até à Serra da Estrela, para mais uma aventura.

Assim, depois da logística toda montada e carregada na VBTP(Viatura Blindada Transporte Pessoal) do “Presidente”, bem cedinho arrancamos com os bravos compostos por mim (Tojo), Presidente, Marito, Coelho e ainda pelo nosso condutor em muitos dos eventos que participamos – Narciso e pelo Vitokorov, ainda em fase de recuperação.


Às 09H30 já nos encontravamos a tomar o pequeno-almoço no centro da Cidade da Guarda, onde depois da barriga cheia, decidimos descarregar as bicicletas e preparar a logistica para mais uma aventura, seguindo o track tirado pelo Presidente, especialista em traçar percursos e inventar outros tantos, já que na outra vida ele foi cão perdigueiro, continuando assim com algumas das caracteristicas que já teve.


Depois das fotos tiradas em conjunto, junto do D. Sancho I - 2º Rei de Portugal e na escadaria de acesso à Igreja, estava na hora de nos despedirmos do carro vassoura e rumar em direcção ao planalto da Serra da Estrela.


Aqui, não faltavam Marcos Geodésicos, também conhecidos por “Talefe” e/ou “Pinoco”, bem como Turbinas Eólicas, que gerem electicidade, circulando sempre na ordem dos 900/1100 metros altitude.

Aproveitando uma descida em calçada bem extenssa, aproveitamos para acrescentar velocidade e aumentar assim o ritmo do passeio, tirando sempre partido da excelente paisagem que nos era oferecida, com passagens por algumas aldeias como Viçosa, Videmonte, Sabugueiro...

Acabamos por fazer uma breve paragem para matar a fome, na aldeia de Videmonte, junto a uma zona de pequiniques, sem nunca desligar os motores das máquinas, não fossem elas não pegar mais.

Atente-se para as fotos tiradas do cimo, em que por detrás se encontra a aldeia de Sabugueiro, apelidada como a aldeia mais alta de Portugal, a cerca de 1200 metros de altitude.

Claro está, que as paredes iam surgindo na nossa frente, sendo sempre ultrapassadas com naturalidade e confiança, tendo em conta o grupo de prós.


Contudo nesta altura saiu uma na rifa, que além de ser muito longa, era composta por muita pedra e terra solta, onde em grande parte foi transposta “com ela à mão”, que é sempre bom.


A meio da tarde e porque o Vitokorov não estava presente, o Márito, decidiu ser ele o centro das atenções, onde depois e ter dado um grande malho, ficou sentado no chão preocupado que o seu cavalo tivesse sofrido alguma amolgadela.


Já quando nos encontravamos a descer para Seia, tive um furo, onde de imediato surgiram dois pastores, em que o mais velho prontificou-se a encher o pneu, que quase rebentava de tanta força que o homem tinha, dando sempre o vedadeiro jeitinho com a anca, sempre que enchia.


Pelas 18H20 chegavamos ao destino traçado - Seia, onde nos esperava um familiar do Presidente, para tomar um banhinho de imersão e derreter o lanche-ajantarado que nos esperava.

Depois de malas feitas ainda fomos ao centro cidade para comprar os “recuerdos” e queijo, para mais tarde recordar.

Continua a ser bom “navegar” por locais não conhecidos, usufruir das paisagens únicas que nos são oferecidas e acima de tudo sempre na companhia dos nossos amigos.

Em suma foram realizados cerca de 72 km, com cerca de 6h15 horas a pedalar.



15 dezembro 2010

ROTA DAS VINDIMAS

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(crónica atrasada)
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Foi com enorme prazer que realizamos, no passado dia 15 de Outubro, mais uma Rota das Vindimas no alto Douro Vinhateiro.
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Este evento, levado a cabo pelos “7 Magníficos” que, para quem viu o filme, desenrolou-se numa paisagem repleta de acção e aventura.

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E os intérpretes desta “longa-metragem”, entenda-se 96000 metros através de vales e rios deste Património Mundial que é o Douro teve como ponto de encontro a casa do Kiko, em Vila Nova de Gaia.

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Lá, mais dois magníficos se juntaram. O Gigantone e o Wingman. Em seguida era tempo de ir ao encontro do Vitokorov e do Narciso. Apenas faltava o magnifico “Milk” que, no seu intimo, anseava pelo início do evento.
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Rumo a Favaios no nosso fantástico e magnífico C-Max que, para além dos quatro atletas, dois para-olímpicos que percorreram 60 lms, contava também com os profissionais da roda que corajosamente acumularam mais 96kms no seu invejável “curriculum”.

Iniciado o Percurso em Favaios rumamos a Alijó para a primeira foto de grupo. O Magnifico Narciso, acompanhado do destemido Vitokorov, qual Armindo Araújo e co-piloto prontamente disponibilizaram todo o evento logístico ao evento.

Chegados a Alijó o primeiro obstáculo surgia. O GPS, que detinha uma personalidade invejavelmente feminina, do tipo quero, posso e é que oriento assumia o protagonismo.

Após difíceis negociações o Jorge Almeida lá conseguiu dominá-lo e sobretudo, percebê-lo. Esta piada vai-me sair cara. De certeza.

Daí a surgirem os diversos trilhos, repletos daquilo que a natureza têm de melhor, ou seja subidas e descidas de rara beleza que enalteciam e justificavam perfeitamente o título de património da humanidade, foi um ápice.


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O percurso adivinha-se difícil e foi aí que os dois para-olimpicos, o Magnifico Wingman e o Kiko começaram a sentir a dureza do traçado.

O Henrique vinha de um processo de recuperação de uma cirurgia ao ouvido interno que lhe permitem ouvir agora em Dolby Surround, versão 7.0, e o Wingman precisa de uma coluna nova, tal é a folga da direcção da coluna.

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Por sua vez, os nossos atletas de eleição percorriam diligentemente os diversos kms do percurso. Chegaram mesmo ao ponto de estabelecer e criar relações de amizade com os diversos habitantes da região.

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Especial atenção para a operação STOP levada a cabo junto do burro.

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E como uma operação STOP nunca vem só encetamos uma entusiasta perseguição a uma propriedade privada a poucos kms de Carrazeda de Ansiães onde fomos magnificamente recebidos pelo SR…..

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Aí tivemos oportunidade de saciar a sede com tudo, menos água. As imagens falam por si.

Daí partimos rumo a Carrazeda de Ansiães. Nesta altura, e após uma subida que mais parecia o Everest, eu e o Kiko começamos a sentir-nos verdadeiros tractores.



Com mais um esforço chegamos a Carrazeda de Ansiães. Daqui para a frente só poderia ser a descer.

Engano. Após uma descida em que o Leite bateu todos os recordes de velocidade pessoal e do pessoal chegavam ao Pocinho.





Nós, entretanto, visitávamos o Castelo de Carrazeda de Ansiães que respirava mistério e nos fazia imaginar as fantásticas batalhas que por lá se passaram. Tivemos ainda oportunidade de presenciar e tomar contacto com um espécie de réptil já em extinção naquele local.



O Vitokorov e eu tivemos a oportunidade de nos sentirmos os verdadeiros Guardiões da Muralha.

Por volta das 19,30h o nosso filme épico tinha acabado. Os 7 Magníficos, novamente juntos rumavam para Mirandela onde o Kiko, exímio conhecedor dos locais onde se come boa “carne” acertava mais uma vez.

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Um brinde a mais um evento organizado pelo nosso maestro Jorge Almeida.

É destes momentos que reza a história e que ficam na história dos nossos momentos e das nossas memórias.

Um brinde aos 7 Magnifícos.

Um abraço do Fernando Castro Wingman.

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