22 outubro 2008

RECORDAR AMESTERDÃO

Amesterdam
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-----Hoje, foi dia de passeio pela cidade já designada de Veneza de Portugal, com os canais e a ria a penetrar por entre os bairros, com o objectivo de utilizar a famosa BUGA (Bicicleta de Utilização Gratuita de Aveiro).
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Graças a utilização deste tipo de bicicletas, foi atribuído à cidade de Aveiro o titulo de Amesterdão Lusitana, que na minha perspectiva se aplica bem melhor que o titulo anterior. Contudo, a comparação só existe na utilização de bicicletas pelos visitantes e moradores, numa localidade em que as principais artérias se encontram rodeadas de águas e canais .
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-----Mas, o importante é salientar a intenção positiva da autarquia em disponibilizar bicicletas para que os todos os interessados possam utiliza-las como meio de transporte, de forma gratuita e livre de burocracias, bastando para isso dirigir-se a um posto BUGA, espalhados pela cidade e entregar um documento de identificação.
-----No posto BUGA, existente nas proximidades do Centro Comercial denominado Forum Aveiro, levantamos as bikes e a seguir foi só pedalar.
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-----De imediato deu para constatar que os velocipedes não tinham mudanças e apenas um travão, que mal travava, muito provavelmente para evitar grandes velocidades ou brincadeiras com as travagens, por forma a poupar os pneus.
-----Facilmente percorremos o centro da cidade, com passagem pelos pontos e edifícios mais importantes, sem qualquer esforço, pelo que apenas deu para exercitar os músculos dos olhos.....tanta foi a fartura....especialmente junto ao centro comercial (ao ar livre).
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-----O passeio não ficava completo sem uma peripécia qualquer, por isso não é de estranhar que ao fim da tarde quando nos dirigíamos para o posto das BUGA, para entrega-las (até as 19h00), ao descer dois degraus de um simples passeio fui surpreendido com uma queda, que me projectou para a frente. Felizmente o tombo foi pequeno.
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-----Quando me levantei para apurar o motivo de tal queda, verifiquei que desta vez não tinha sido por inabilidade minha, mas por falha grave do material. O parafuso que devia prender a cesta e o guarda-lamas da frente ao quadro da bike, soltou-se, embatendo na roda da frente, que dessa forma bloqueou o andamento.
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-----Os poucos metros que faltavam para o posto das Bugas teve de ser feito a segurar no cesto, de modo a não prender a roda.
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-----Apesar das BUGAS que vi se encontrarem degradadas e da falha de material da bicla em que circulei, não deixo de recomendar um passeio em família, pela cidade neste meio de transporte.
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-----E no próximo verão faço intenções de regressar, utilizando como transporte o comboio e de seguida até as praias da Costa Nova de BUGA (13 a 16km do centro).
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Linha BUGA: 96 7050 441

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11 outubro 2008

2ª MARATONA DA PÓVOA



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-----Mais uma maratona, desta vez na Póvoa, onde recentemente tinha andado mais o meu amigo e presidente Jorge Almeida, a percorrer os trilhos da primeira maratona daquela cidade, organizada pela firma School Events e com apoio da autarquia.
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-----Um mega evento, com a participação de quase dois mil atletas, em duas vertentes, meia-maratona (45km) e maratona (80km).
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-----Assim, eu, o Litos, o Marito, o Dr. Zé, o Calhas e o Marroquino, participamos na extensão maior. Na meia maratona participaram o Santiago, que ainda recentemente fracturou o osso escafóide, a caminho de Santiago de Compostela e ainda o Botelho.
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-----Mas a presença dos homens de azul era mais representativa, pois entre outros, estavam ainda presentes os bike17eco, através do Nando Sousa, Pedro Trilhos, Pimenta e amigo Sérgio.
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-----É claro que, dada a proximidade deste evento foi com naturalidade que encontramos alguns amigos e muitas pessoas conhecidas, como: o grande Luís Cruz, o Alexandrino e o Mane.
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-----Foi ainda, sem surpresas que nos cruzamos com outros elementos com as nossas cores, como foi o caso Grande Joaquim e de outro super atleta que não foi possível identificar, porque seguia num bom andamento.
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-----Mas vamos ao passeio, que inicialmente me deixou apreensivo, porque sentia-me desgastado fisicamente, pela falta de descanso dos últimos dias, mas principalmente devido as 24horas de trabalho, que me levou a Póvoa como uma directa e sempre a correr para chegar a horas.
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-----O passeio teve inicio as 09h30, junto ao campo de touros, com os sprints do costume, para chegarem uns lugares mais à frente.
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-----Segui-se alguns km`s em asfalto para sair da cidade e entrar em estradão de terra batida em Amorim.
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-----O passeio percorreu na sua maioria por estradões largos, em terra batida, sem grandes dificuldades técnicas. Alguns single-tracks, um dos quais espectacular, meia dúzia de subidas duras, em que uma delas só mesmo para profissionais.
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-----De salientar que os caminhos estavam sinalizados de forma irrepreensível.
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-----Nos três abastecimentos que passamos verificamos que os líquidos e a comida eram em quantidade e com variedade.

-----Ainda tinha muito para contar acerca desta maratona, que me agradou realiza-la por vários motivos, mas essencialmente pela companhia, porém neste momento perdi a vontade de narrar os acontecimentos.

-----Senão vejamos, depois de passar correctamente por todos os controlos da organização, terminamos a prova pelas 15h35, com 6h05 depois da partida, sem qualquer anomalia assinalada na chegada, a não ser a nossa queda.

-----Pois para ser diferente, tínhamos de terminar todos juntos e de braços dados, até aqui todo muito bem, o problema foi na hora de largar os braços, um desequilíbrio provocou a minha queda do Marito e do Pedro, só escapando ilesos o Valente e o Dr. Zé. Felizmente, não ocorreram danos físicos, apenas materiais nas bikes e no ego.
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-----Mas a surpresa veio tempo depois, quando os outros elementos que terminaram a prova muito depois começaram a receber mensagem no telemóvel com o tempo efectuado e nós nada.

-----Dias depois e após vários contactos com membros de organização que assumiram um erro informático na contagem dos tempos, no período compreendido entre as 05h50 e as 06h20 de prova, pelo que não disponham dos nossos tempos, mas que nos iam colocar na lista final dos elementos que concluíram a prova. No entanto, lamentavelmente nada foi feito, revelando assim uma falha incompreensível da organização.

-----Deste modo, para não me alongar no meu desagrado, termino com vídeo do passeio, esperando que seja elucidativo dos trilhos percorridos.


-----Não foi possível juntar a tempo desta cronica a foto da nossa queda, mas fica prometido a divulgação dessa vergonha.

PRODUÇÕES DUARTE & Cª

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-----O próximo evento encontra-se revestido de certas particularidades um pouco diferentes dos passeios anteriores, pelo que a elaboração da foto para o cartaz reuniu um elevado número de elementos, para colaborar na mega produção de caracterização.
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-----De tantos cromos o fotografo foi escolhido a dedo, que não parava de colocar o dedo na frente da objectiva...E os restantes apenas serviram para estorvar!
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Depois deste árduo trabalho a reunião terminou com almoço num quintal de uma adega algures na freguesia do Castelo da Maia - Maia.
-----Os nossos agradecimentos ao nosso amigo António Mendes, que proporcionou os acessórios necessários para a referida caracterização.
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-----O resultado da reunião da confraria foi o seguinte cartaz:



-----Este evento realiza-se no dia 25.10.2008 (Sábado), entre as 10h30 e as 14h30, na cidade do Porto, com concentração marcada para a Rotunda da Boavista.

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O passeio vai percorrer algumas casas de pasto da cidade, onde iremos permanecer alguns minutos para um salutar convívio.

-----O percurso estabelecido terá a distância aproximada de 25 km, com dificuldade reduzida, pois o andamento será baixo e com várias paragens para fotos.

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No final será efectuado efectuado um sorteio com super ofertas, apenas para os que se encontrem presentes naquele momento.

-----As inscrições são grátis, no entanto agradecemos que confirmem a presença para os telemóveis 96 9857 815, 96 2354 293, 93 8214 127, ou para o mail ecobike.fpcub@gmail.com , de forma a facilitar o trabalho de logística.

-----Para qualquer esclarecimento contactem-nos.

-----Apareçam e boas pedaladas.

02 outubro 2008

AZIBO & CICLOVIA


-----Depois do dia de ontem, ter alterado completamente os nossos planos, devido a doença súbita do Rui, tive de arranjar uma alternativa à segunda etapa no Parque Natural do Montesinho. Assim, o destino foi pedalar pela albufeira da barragem do Azibo, na freguesia de Vale da Porca - Macedo de Cavaleiros, que se adequava na perfeição ao meu companheiro de viagem.

-----Pelas 10h00, dê-mos inicio, tendo os primeiros quinze quilómetros decorrido de forma fácil, em estradão de terra batida, largo e sem grandes inclinações.

-----Depois de passar pela barragem (ano construção 1982), continuamos pelo estradão, até chegar

a um "entroncamento", com dois trilhos identificados, tendo optado pelo denominado de Quercus", porque nos parecia continuar a contornar a barragem em direcção ao local de partida.-----Porém o trilho mudou drasticamente, tendo terminado as facilidades e começaram aparecer as subidas de alguma inclinação, seguidas de descidas e vice-versa.

-----O caminho acabou por nos levar até um estabelecimento de restauração, que de imediato aproveitamos para almoçar, que realço o caldo verde, porque o prato de carne, não estava grande coisa.Valeu pelo espaço e no momento em que surgiu.

-----Nesse instante verificamos que afinal estávamos a um quilometro distância do carro.

-----A seguir arrumamos as bikes e rumamos até Vila pouca de Aguiar, onde íamos percorrer a mini ciclovia do Corgo.

-----A ciclovia liga a localidade acima indicada e Pedras Salgadas, numa extensão de 6km, que são percorridos na antiga linha do comboio.

-----Ao longo deste percurso é possível observar algumas casas, pequenos campos de cultivo, uma estação abandonada (Nuzedo) e o vale do lado esquerdo (sentido V.P.A. - P.S.).

-----Foi de todas as ciclovias que percorri a menos interessante, mas quem sabe quando esta via chegar a cidade de Chaves, se torne mais interessante.

LINHA DO CORGO

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_do_Corgo

-----De seguida seguimos por estrada até a cidade de Chaves, onde nos fomos encontrar com amigos que ali residem.

Ponte romana conhecida por Ponte de Trajano

construida entre o século I e II

-----Com o adiantar da hora não deu para grandes pedaladas pela cidade, pois era tempo de convívio e estava prometido um fim-de-semana nesta região do Alto Tamega.

MONTESINHO

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-----Pois é… lá aceitei o convite do editor do blog e vou relatar o mais pormenorizadamente, como é habito cá do sitio, a epopeia com contornos de tragédia Grega, pelo menos para mim, que foi esta incursão pela região do nordeste transmontano nomeadamente Bragança e mais concretamente o Parque Natural de Montesinho, que foi onde comecei e acabei (moribundo) a grande ou não travessia do referido parque em btt.
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No sábado de manhã e com os pequenos atrasos que se verificam sempre as partidas madrugadoras 7h30m eram a hora prevista, lá seguimos viagem sem “imprevistos”.
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Transposta a serra do Marão e de mais ou menos duas horas e meia de viagem de carro chegamos a Bragança.
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A pensão já estava reservada, depois de tratadas as formalidades foi altura de retemperar forças com um pequeno-almoço e de comprar um reforço alimentar para mais tarde, que já se sabe quem vai para sítios isolados avia-se em terra, que quase levava a falência o pessoal tal a inflação que se regista para aquelas bandas.
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Com o estômago reconfortado e com um plano mais ou menos elaborado começamos então os preparativos logísticos, e partimos ainda de carro em direcção a França,



pequena localidade situada no P. N. M.
-----Como é que se levam três bikes e três ciclistas num carro comercial? Em transgressão …. Mas com cuidado para ninguém ver muito menos as autoridades, como não podia deixar de ser acabamos por nos cruzar já muito perto do sitio onde íamos deixar o carro com uma viatura das forças policias, numa altura em era suposto o terceiro elemento estar escondido na mala e não a espreitar como se nada fosse, no entanto foi só o susto apesar da muita preocupação do nosso agente numa suposta perseguição que as pacatas forças policias iriam encetar, mas foi só mais um “imprevisto” que felizmente não teve consequências.
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Bom tudo apostos para começar a andar de bike, surgiram algumas duvidas sobre qual o melhor trilho para iniciar o passeio, duvidas??? Então a tecnologia??? O GPS??? O homem do GPS descarregou tantos trilhos que o GPS estava confuso e não se conseguia orientar, ou seria o homem que não conseguia ler o GPS, o material tem sempre razão foram descarregados trilhos a mais…mas depois de perguntar aos locais qual seria o melhor trilho a seguir lá nos deram a informação e depois das fotografias da praxe, lá partimos por volta das 11h45m serra acima.
-----Já estávamos avisados pelos populares que seria sempre a subir


e o Pedro que o diga, que aprecia mais as descidas.
-----Mas era um bom trilho a paisagem era agradável e tinha vários motivos de interesse entre uma fotografia ou outra estávamos a andar a uma média inferior ao previsto dada a inclinação média ser considerável.
-----Ao fim de alguns quilómetros sempre a subir chegamos à aldeia de Montesinho.




ex-líbris do PNM altura para uma primeira paragem para repor líquidos,

a clássica Coca-Cola e reconfortar o estômago, paragem fatídica para mim, foi onde comecei a ter os primeiros sinais de que alguma coisa não estava bem no meu organismo, nada bem mesmo.
-----Depois de um breve reconhecimento pele aldeia e mais umas fotos,


fizemos umas perguntas para nos orientarmos, tendo deixado a aldeia em direcção a barragem de Montesinho por um caminho pedestre, mas ciclável, que mais uma vez e avisados pelos populares experimentamos a dureza da subida, para mim fatal mesmo.



-----Quando finalmente atingimos o cume cerca de mil e alguns metros de altitude e avistamos a barragem



foi o colapso total do meu treinado corpinho (não fosse eu estudante de medicina…, como dizia o outro) já muito habituado a dureza do btt .

A falência do meu sistema de defesas e resistência era evidente para mim, não podia continuar, de rastos fisicamente e devastado psicologicamente era o fim da travessia para mim por muito que me custasse não tinha condições para continuar, nem para sair dali por meios próprios o que lamentavelmente ia condicionar inevitavelmente o resto do passeio dos outro colegas, são os tais “imprevistos” que acontecem e desta vez aconteceu-me a mim.

-----Foi necessário o Pedro ir buscar o carro para me tirar dali, enquanto esperava ainda tive tempo de vomitar e de quase morrer de hipotermia, de salientar o auxilio de dois trakers que por ali passavam que prontamente se disponibilizaram para me prestar auxilio, aqui fica o meu agradecimento sejam eles quem forem o meu muito obrigado.
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O resistente Vitokorov apesar de entretanto ter avariado a sua bike não desistiu de dar mais umas pedaladas pelo PNM e foi até Bragança a pedalar na bike gentilmente cedida pelo Pedro, são os incontornáveis “imprevistos”.

-----Depois de ter tomado um banho reparador e de ter dormido uma soneca retemperadora lá arranjei forças para regressar a casa, na ressaca de tudo isto ainda arranjei uma infecção na perna esquerda que me pôs de molho uns dez dias, foi da maneira que arranjei tempo para escrever estas linhas.
-----Abraços e até a próxima aventura bttistica…

Assinado: Rui Silva


Parque Natural de Montesinho

Porto - Bragança = 217 km
Lisboa - Bragança = 306 km

É um dos maiores parques naturais dos 12 existentes no país e foi criado em 1979.

Tem uma forma rectangular e situa-se no topo Nordeste de Portugal, na Terra Fria Transmontana, fazendo fronteira com Espanha, a 4km da cidade de Bragança.

Com 92 aldeias, entre as quais a célebre Rio de Onor, metade portuguesa, metade espanhola, onde ainda hoje funcionavam vários equipamentos comunitários.

Perto da aldeia de Guadramil existe uma das maiores comunidades de lobos da Europa.

Na aldeia de Montesinho, bem no coração do parque, a uma altitude de 1100mt, as casas foram recuperadas, mantendo os traços tradicionais, com telhados em lousa, onde a neve escorre no inverno. 

No parque destacam-se dois grandes maciços existentes, a Oeste a Serra da Coroa e a Este a Serra de Montesinho.

Área: 74.230 hectares
Habitantes: 9.000
Altitude:
máxima = 1486 m
Foi há uns anos atrás que estive neste magnifico parque, com paisagens de beleza extraordinária e que felizmente as condições para o turismo, aumentaram e melhoraram consideravelmente.

O que eu não pensava ver neste local eram as ventoinhas, ou aerogeradores, apesar das vantagens para obtenção de energia e ecológicas. Já não existe monte que escape a estes equipamentos, que na minha opinião (Vítokorov) afecta a beleza da paisagem...